terça-feira, 7 de junho de 2016

O mito dos zero refugiados - parte II



Bem vindos de volta. Para esta segunda parte, nada como começar por desmentir a incapacitada mental da Maria Vieira. Ou melhor, não é bem "desmentir", que quando se trata de envenenar a opinião pública com os seus remoques viperinos camuflados de boas intenções, ela esmera-se (já a representar, que é o que se devia limitar a fazer, nem por isso...). Portanto, recordando o que esse tabuleiro de torresmos rânçosos disse: 

"(...) muitos mais milhões de muçulmanos, continuarão a chegar às costas da Europa, tão só porque os países árabes ricos como a Arábia Saudita, o Dubai, o Bahrein, o Koweit e tantas outras nações milionárias daquela região, se recusam a receber estas pessoas (...)"

Ena! Vejam bem isto, MILHÕES, diz ela. Eu ia mais longe: milhares! E porque chegam estes milhões à "costa da Europa"? Porque TÃO SÓ, ou seja, apenas, somente, a única razão porque, os países árabes se recusam a recebê-los. E que países são estes que levam com a culpa da xenofobia nojenta desta rolha de ralo séptico? Além da Arábia Saudita, tópico deste artigo, o Dubai (dando o devido desconto por ser uma lontra retardada, entenda-se "Emirados Árabes Unidos"), o Bahrein e o Koweit - seja lá isso o que for - E TANTAS OUTRAS NAÇÕES. Sim, claro, miríades delas. E que tal...




...ir buscar o Quitoso dos FACTOS para combater os piolhos que a Maria Vieira teima em largar? Como se pode ver no mapa do ALTO COMISSARIADO PARA OS REFUGIADOS DAS NAÇÕES UNIDAS, e não "a amputada mental da Maria Vieira", só em países como o Egipto, Iraque, Jordânia, Líbano e Turquia, portanto VIZINHOS DA SÍRIA, foram acolhidos mais de 4 milhões de refugiados, enquanto por outro lado, e de facto podemos ver isso ali no mesmo mapa, a Arábia Saudita, os Emirados, o Kuwait e o Qatar receberam zero. Vamos substituir o Bahrain que  a parva da bolacha mencionou, possivelmente de cor, pelo Qatar, para ficarmos com o mesmo número de países que ela menciona. Agora digam-me: onde é que estão as "tantas outras nações" a que faz referência? É óbvio que os motivos são motivados pela xenofobia latente que até lhe escorre pelas rendas que lhe prendem as banhas - quer lá ela saber de refugiados alguns, sejam eles pacíficos ou não, islâmicos ou cristãos? Para ela basta que NÃO SEJAM BRANCOS, e já é motivo de sobra que se matem e esfolem uns aos outros, desde que seja longe dela. E que tal, gostam do meu desprezo pelo politicamente correcto, e "pela frontalidade como digo as coisas tal como elas são" (comentário comum de encontrar no estrume que a anã deixa na sua página)? Ah, mas antes de continuar, falemos primeiro da Turquia:


Guardei este comentário que apanhei em Novembro algures num post do Facebook dedicado à paranóia islamófoba, e que considerei bastante oportuno. Reparem como em cima vemos uma dessas seguidoras do "Maria-Vieirismo" de trazer por casa, que munida do "Dicionário das rameiras" debita todos os insultos que lá constam, e com o intuito de "contribuir para a tomada de consciência" desse problema que é a migração em massa, recorrendo a "argumentos de monta", reservando metade do texto ao profeta Maomé, que insulta como se não houvesse amanhã. Não que isto me incomode de modo algum, apesar de ser obrigado a reconhecer que me transmite uma ideia pior da pessoa que o faz do que da sua "vítima", mas isto serve para que finalidade, exactamente? Ah e mais uma coisa, o que leva a não se identificar, a não ser a mesma razão que CENTENAS de outros como ela, que não querem assumir estes pontos de vista que sabem estar ERRADOS, e assim na eventualidade de não se concretizar a sua ambição grotesca, poder continuar por aí cantando e rindo pelos bailes do multi-culturalismo, podendo ir comer um "kebab" sem que ninguém lhe aponte um dedo e lhe chame "hipócrita". Ou ainda "xenófoba", que ideia, valha-me Deus, que a rapariga não é nada dessas coisas, então, tem direito à sua opinião ou não tem? Tem tanto como eu tenho de lhe dirigir outros impropérios da mesma tez, com a diferença de que a olhava no trombil e não lhe estaria a dizer nenhuma mentira. 

Mas ali em baixo vejam o comentário de Vítor Torres, pessoa de bem que não deve, e por isso não teme, e que qualquer outra pode verificar para lá de quaisquer dúvidas que se trata de...Vítor Torres, ele mesmo. Aposto que não lhe devem faltar coloridos "reparos" às suas posições, feitos a cobro do anonimato, por outros e outras "Portuguesas Patriotas", que conhecendo as peças, são capazes de ir ao ponto de lhe entrar na conta, ver as fotografias, e ameaçarem-lhe a família e amigos. Ou apenas ele, usando os que lhes são próximos em mais uma tentativa torpe de o intimidar, ou melhor dizendo, de o calar, pois é aos imbecis e não a ele que estes "patriotas" falam. E o que diz ele? Exactamente o que passa, pois numa análise sóbria da situação, refere o facto da Turquia ter esgotado (ou ficado próxima disso) a sua capacidade de acolher mais refugiados de uma guerra que, recorde-se, não teve início no ano passado durante a crise que levou aos ecrãs de televisão aquelas imagens que viriam a destrambelhar as cabecinhas de quem nem sabe o que é uma guerra, está-se nas tintas para os refugiados, ou que implica ser refugiado, desde que não seja nada com ele, e recorre a um medinho pateta de uma religião de que sabe ainda menos que todo o resto. Sim, e é isso da religião que tem servido de pretexto e nada mais. Os "anti-refugiados" - coisa de que ainda por cima se orgulham - adeptos do Sporting, por exemplo, batiam palmas aos golos do avançado Islam Slimani, um nome que só por si já é o que é, mas que eles cantavam, entoavam, adoravam. Mas então? É um islâmico, pá, acordem! Para todos os efeitos está "programado pelo Corão", e a sua única missão neste mundo não é marcar 30 e tal golos com uma camisola de uns infiéis alagartados, mas sim cumprir o desígnio de Alá, e bum! Al-valade vai pelos ares. Patéticos, é o que sois. Tende um pingo de vergonha, sede gente e não vermes.


Podem não ter dado por isso, mas por baixo daquele quadro do Alto Comissariado da ONU vem uma nota que explica o porquê daqueles números que lá estão: a Arábia Saudita e os restantes países que "não recebem" refugiados não são signatários dos acordos da ONU nesse particular, e por isso não são contabilizados os refugiados que (e se) acolhem. Entenderam ou precisam que vos faça um desenho? Isto seria o mesmo que dizer "ah a Alemanha tem uma grande selecção e tal, mas vê lá se já alguma vez ganharam o CAN?", ou ainda "o Brasil pode ser penta-campeão mundial, mas europeus de futebol que é bom e eu gosto, népias". Sim, é uma óptima comparação, ao contrário dessa dedução suspeita de que uma vez que não se contam quantos refugiados determinado país recebeu, que não recebeu nenhum. E quantos dizem eles ter recebido, mesmo? 


Aí está, em Setembro último o ministro do interior saudita negou não ter recebido refugiados da Guerra da Síria, acrescentando que desde 2011, data do início do conflito, "entraram no país 2,5 milhões de sírios". Agora dirá o badameco que se borra todo por receber cento e poucos refugiados que nem chegaram ainda e já se escondeu debaixo da saia da mãezinha: "Ehhh...pois disse, eu também digo muita coisa". Sim, mas normalmente é só m..., pois outra coisa que o governo saudita "diz" é ter contribuído com uma pipa de massa para o programa da ONU, e os números que estão ali em baixo são da própria ONU. Pode-se ver como as contribuições do reino aumentaram exponencialmente em 2014, com a escalada do conflito na Síria. E antes de irmos saber então mais sobre esse mistério dos "refugiados perdidos", vou-vos mostrar outra coisa:

Estes são os dados relativos ao acolhimento de refugiados EM PORTUGAL entre 2006 e 2014, números oficiais, e que já eram estes mesmos antes de virem aí uns artistas a enfiar-vos na cabecinha que os media "estão a ocultar a verdade", e que os governos europeus "têm um plano para levar a cabo um genocídio", e todas essa pantomina sem pés nem cabeça. Vejam a origem destes  180 refugiados - mais que os 160 e qualquer coisa que entraram este ano, e excepcionalmente acima da média por razões óbvias. Praticamente todos oriundos de países islâmicos com primazia para a Somália e o Sudão. Em 2010 recebemos uma maioria de somalis, e sabem o que estava a acontecer lá nessa altura? Pois não, não sabem porque não vieram uns chico-espertos pintar um quadro negro daquilo, porque na altura não lhes dava jeito - e até "ficava mal". Com as imagens dos naufrágios em Lesbos era mais fácil convencer os "crentes", digam lá se não era. "Ah, e tal, mas agora há o problema da infiltração de terroristas entre os refugiados, e não sei quê...". Ainda querem acreditar nessa conversa da treta?


Mas então afinal o que vem a ser isto? Estado Islâmico a perder o controlo de Fallujah, no Iraque, e a abater os refugiados que tentam fugir? Mas então...porque é que não aproveitam para fugir também, infiltrados entre os refugiados? A seguir vão-me dizer o quê, que preferem ir ter com Alá e as 60 virgens? Sabem o que mais? Há pessoas que são chamadas de "xenófobas" e ficam indignadas com isso, mas que mereciam ser chamadas de muito pior, se acreditam até ao ponto do absurdo nesta conspiração parva. "Ah mas é uma cultura diferente da nossa, nhé nhé nhé e ai ai ai terroristas". Qualquer cultura é diferente da vossa, que simplesmente não existe. Só se começaram a preocupar com essa da "cultura" diferente agora porquê? E porque não sempre, que é desde quando os muçulmanos estão na Europa. "Ah eles reproduzem-se que nem coelhos" - mentira, vocês é que não dão uma para a caixa:


Vejam bem o quer seria a França, por exemplo, sem a imigração. Querem uma ajudinha a interpretar este gráfico, já que com o Corão e outras coisas aparentemente normais e inofensivas é o que se vê? Pois bem, a vermelho têm a taxa de natalidade, e como podem ver após o "baby-boom" que se seguiu à II Guerra, tem estado sempre a descer. Mas por outro lado, a população não tem parado de aumentar a um ritmo normal, não "alarmante", pois que se saiba não há aqui um problema de "super-população", e com mais visibilidade a partir os anos 70, e porquê? Perguntem à sra. Le Pen e aos outros "espertalhões" puro-sangue europeus como pensam fazer funcionar o país correndo com os imigrantes? Olhem que cá para mim esses é que querem a tal Eurábia, afinal: um deserto! E não me venham com merdas de que estes "são os meus números" porque não são - são os únicos números que existem. Nem quero dar nenhuma lição de nada a ninguém nem porra nenhuma, cum camandro, e isto não é "a minha opinião" ou "a minha verdade" - digo aqui em algum sítio que isto me agrada, ou que é uma maravilha? São factos! Não fui eu que "inventei" porque sou "esquerdalha" e pqp esses gajos mais essa conversa própria de enviusados mentais. Desilude-me e fico triste que tenha que escarrapachar isto aqui, e em vez de irem procurar saber vocês mesmos, preferem ir atrás de contos da carochinha, e investir em "feijões mágicos" como esses que os "nacionalistas" vos querem impingir. Muito suspeito, digam o que disserem, muito suspeito. Tenham vergonha!


Agora venham conhecer Paul Joseph Watson - ou reconhecer, uma vez que já falei aqui dele. Este copinho de leite que diz em frente às câmaras o que lhe valeria na maior parte dos casos uma galheta que o entornava todo - e isto não é um apelo à violência, mas auto-defesa, em nome da integridade da inteligência e do senso comum - "ganhou asas", por assim dizer. Se quiserem vão ver os vídeos dele de há dois ou três anos e comparem com os actuais, e verificarão o quanto este meia-f... saiu da casca. Claro, agora está na praia dele (apesar de não apanhar sol algum, como se pode facilmente perceber), e tem uma legião de seguidores, ora "troca-tintas" como ele, ora pobres ingénuos, muitos que nem são tão "pobres" quanto isso. Pronto, mas em vez de ficar aqui a "insultar" este "génio" que por sua vez não se inibe de insultar a inteligência de toda a gente, vou passar ao que interessa: o que ele pensa da Arábia Saudita "não querer receber" refugiados:


Como podem ver neste artigo que o bife assina em Setembro do ano passado para a InfoWars, outros daqueles sites que "mostra aquilo que os media não querem mostrar" - claro, porque é aldrabice! - entra logo "a matar": "Arábia Saudita tem 100 mil tendas com ar-condicionado que poderiam acolher 3 milhões de refugiados, mas que não usam". Para muito boa gente (ou nem por isso) já era mais que motivo para se partilhar e tirar todo o tipo de conclusões, nomeadamente quanto ao paradoxo que consiste um país rico ter 100 mil tendas vagas...espera lá, tendas? TENDAS? Não me venham com coisas, que aposto que muitos pensaram que as tais "tendas" foram postas ali para receber os refugiados de guerra, e os sádicos dos sauditas mudaram de ideias e aquilo ficou ali à moscas, não foi? Errado!


As tais tendas faustosamente equipadas (como tudo mais naquele reino, aliás) foram construídas em 1990 na cidade sagrada de Mina para acolher os peregrinos de Mecca durante o Hajj. Pronto, está explicada a existência das tendas. Agora digam lá, e se um calhordas de um bifório qualquer vir praí dizer que "Portugal queixa-se que é muito pobrezinho e tem muitos sem-abrigo, mas em Fátima há um Santuário que os podia acolher a todos, e ainda os refugiados que se recusam receber". Que tal, ah? Sacrilégio, ai Jesus, que não pode ser, e que comparação mais...MAIS NADA! É A MESMA COISA! Vamos lá ser sérios por um bocadinho, que isto não tem nada a ver com a porra dos refugiados que a Arábia Saudita "não recebeu". Essa é boa, agora quem tem um colchão a mais na sala é obrigado a meter lá um carenciado, caso contrário é "má pessoa"? E agora reparem nisto:


Vejam ali em cima: primeiro eram 3 milhões, agora já são 4 - depois são os outros que se "reproduzem como coelhos". Mas fiquemos pelos 3 milhões, pronto, a dividir por 100 mil tendas isso daria...30? Trinta pessoas numa tenda com 8 por 8 metros de tamanho, ou seja 64 m2? Isso deve ser para ele, que vive num bacanal permanente qualquer. Agora ali em baixo é que o tipo se espalha ao comprido. Notem ali aquela parte onde diz que "grupos de direitos humanos alegam que os 500 mil sírios que os sauditas receberam não se podem registar como migrantes" - agora já receberam meio milhão? Não eram zero? Ah...e mais: "outros são migrantes que foram para a Arábia Saudita trabalhar legalmente" - sírios, entenda-se. Pois é, agora o xeque-mate nas trombas deste imbecil, bem como...


...da cavalgadura da Maria Vieira. Um milhão, não zero - seis zeros, precedidos da unidade. Números do Banco Mundial publicados pelo Newsweek, e que dão conta de um aumento de quase 800% só na Arábia Saudita. Agora vêm os palermas do costume tentar desmentir isto, que é uma conspiração da "Nova Ordem" com vista à "substituição..." epá chega, bardamerda. Mas nem precisavam de tantos malabarismos, e sabem porquê? Porque têm razão, mesmo que tecnicamente apenas, e que neste caso quer dizer que são uns tremendos fdp. Têm razão porque de facto a Arábia Saudita mais os países que a lontra Maria referiu e que estão ali naquele quadro (e olha lá o Bahrain, que levam de brinde), não recebem refugiados sírios. Porquê? Porque consideram-nos cidadãos árabes! Para quê irem para lá como refugiados, se podem muito bem tratar da papelada e arranjar casa e emprego? "E por que não vão os outros todos também" - eram capazes de perguntar os mais persistentes...eu disse "persistentes"? Os xenófobos envergonhados, ora essa, e se uns preferem a Europa ocidental, vocês não preferiam também, ou eles "não são pessoas"? Por amor do Deus dos agnósticos, minha gente, pensem nisto: para quê, com que fim levantar esta celeuma? Para recusar receber os refugiados, é isso? Uma vez que está aqui preto no branco que essa não é uma razão válida, então digam lá: qual é a razão, afinal? 


1 comentário:

Ivan Baptista disse...


- https://www.youtube.com/watch?v=k4lRJSyRuoc
- https://www.youtube.com/watch?v=_LjjOJCDDWE
- www.dailymail.co.uk/.../Afghan-migrants-attacked-pensioners-shoc... - https://www.youtube.com/watch?v=_LjjOJCDDWE
- www.dailymail.co.uk/.../German-mother-releases-video-describing-...