quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Deu certo! Succhiami su questo!


A modos que estava lá eu no Olímpico de Roma no Sábado, a assistir ao jogo de abertura da Serie A, entre o AS Roma e a Udinese  - e a fazer macumba para a terça-feira seguinte, claro! O Roma venceu por 4-0, mas sem as facilidades que o resultado dá a entender: só marcaram no segundo tempo e os dois primeiros golos foram de "penalty", com os restantes a chegarem nos últimos 10 minutos. No final do encontro, o meu filho diz-me "ó pai, o Porto tá tramado", ao que retorqui: "És louco? Hoje estes caramelos gastaram as munições todas. Na terça nem chiam". E assim...



Ah! E a vantagem do grande AS Roma no "inferno" do Olímpico durou apenas 8 minutos. E se foram "comidos" por terem acabado com nove, atribuo esse detalhe ao desespero. Já tinham percebido que dali não levavam nada. Porto na Champions, pela 21ª vez! A macumba deu certo!


terça-feira, 23 de agosto de 2016

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Ai malvados, que me matam o Património!


Ausentei-me por um mês do território, e "what's new pussycat"? Scott Chiang foi detido. Ok, mas eu disse "What's new", não "what's predictable, expectable and embarassing". O presidente da Associação Novo Macau (NM), uma das "forças" "políticas" mais votadas em Macau (reparem como cada uma das designações requer aspas, individualmente) foi detido por...sei lá? Ser quem é? Pronto, alguma lei violou, ou assediou, ou pelo menos mandou-lhe um piropo, e já lá vamos. E no fundo o que seria se cada um de nós tivesse um sr. agente a fazer-lhe marcação cerrada todo o santo dia de todos os santos dias? No fundo isto de cometer infracções é como pisar em formigas: às vezes faze-mo-lo sem ter consciência disso. Só que o Scott é um bocado "fanif"¹ - então não sabe que para lhe serem permitidos estas "saídas" precisa primeiro de chegar a deputado e ser vacinado? Como o tio Canhão Fong, que pode chegar onde quiser a arrepiar caminho e a arrancar posters, faixas e tarjas, e se alguém pia ainda leva com um processo no lombo? Só que aqui não foi bem "arrancar"...


...mas mais "colocar". Sim, ele e o seu amigo e companheiro de armas Alin Lam entraram pelo Hotel Estoril adentro e colocaram ali aquela chinesice, vindo a ser posteriormente acusados de "intrusão em lugar vedado ao público" e "dano". Bem, isto tem que se lhe diga; primeiro, este lugar está "abandonado" e "condenado", que não é o mesmo que "vedado", e podem confirmar isso mesmo, se forem consultar o dicionário. O Scott Chiang alega que "algumas pessoas vão ali dar comida aos gatos". É mesmo? Ou será que aqui "dar comida aos gatos" é uma metáfora para "chutar para a veia"? É que desde que o Hotel Estoril encerrou, e se não estou em erro foi Abril de 2003 (e não estou: fui confirmar, eh eh) que o local tem sido frequentado por indivíduos que recorrem a utensílios de cozinha sem serem cozinheiros, e equipamento médico, quando são tudo menos médicos, deixando ali as provas mesmo à mão de semear. Ainda me recordo das manhãs em que levava aquele outro gajo que mora aqui na minha casa² ao Jardim de Infância D. José da Costa Nunes, e caminhava pela Av. Sidónio Pais até à Rua do Campo via Mercado da Mitra, e não raras vezes deparava com um desses indivíduos a curtir o "rock" psicadélico que só eles conseguem ouvir. Se calhar aos olhos das autoridades esses são "cidadãos exemplares", ao contrário do Scott Chiang, que tem aquela aparência repulsiva, de quem se lava, comunica de forma inteligível e pensa antes de falar - um perigo para as viúvas e orfãos, senhores! Quanto à outra acusação...


...duvido que quaisquer danos sejam identificáveis, perante este cenário que aqui apresento: o tardoz do Hotel Estoril. Quer dizer, nem os poucos minutos que lá permaneceram davam para esfrangalhar a varanda de onde penduraram a tarja com a chinesice - e que esfrangalhada está, aquela varanda! - quanto mais para deixar o um azulejo que fosse naquele estado que a imagem reporta. Quais "danos", afinal?


Danos morais, quiçá? O que está escrito naquela tarja, afinal? Qualquer coisa como "Francis Tam assassino de Património" - isto segundo noticiou o Hoje Macau no dia seguinte (só pode ser verdade, portanto). O quê??? Querem ver que estão a produzir uma acusação fraudulenta contra o Secretário para os Assuntos Sociais e Culturas, sugerindo que cometeu homicídio, e que a vítima...


Ufa, não - e que alívio! O lendário capitão e actual treinador da equipa de basquetebol filipina do Purefoods continua para as curvas, apesar dos seus quase 50 anos, portanto não, nada disso. Talvez o "timing", sei lá, e ao Scott deu-lhe para pendurar a tarja exactamente na altura em que Francis Tam ia presidir à abertura do Encontro dos Mestres de Wushu - quem não sabe o que isso é, não se preocupe, que não está a perder nada - na Praça do Tap Seac, mesmo em frente ao (mal)dito Hotel. Ora bolas, então isso faz-se, meninos? Vê-se que Scott Chiang ainda está muito "verde" nestas andanças, pois devia ter alegado que "não sabia" que Alexis Tam ia lá estar àquela hora, ou melhor, perguntava "quem é Alexis Tam?". Em Macau isto resulta muitas vezes, acreditem! 

Depois de tudo isto, Alexis Tam desvalorizou o incidente, diz "que não viu a tarja", e ainda se ficou a saber através de uma fonte próxima que considerava a mensagem na tarja "incorrecta", pois o Hotel Estoril "não é património". Afinal é ou não é, pá? Querem lá ver que nunca mais vamos almoçar, enquanto aquele exemplo acabado de desprezo pelo urbanismo do território não vai abaixo, ou quê? Vamos lá então recapitular. 

Se forem ler este documento elaborado pelo Instituto Cultural (em formato .pdf, não vão os mais incautos abrir o link com o smartphone e levarem com um "download" imprevisto) com vista à classificação do Hotel Estoril, e ao qual eu dou o subtítulo "Deitem abaixo aquela m..., e já!", vão encontrar lá isto:
O edifício do antigo Hotel Estoril foi projectado e construído pelo Governo em 1952 como construção pública, constituída apenas por rés-do-chão, que compreendia um restaurante e salão de dança, destinada a lazer e entretenimento do público.
E mais à frente, isto:
Por falta de terreno adequado e de tempo, a STDM foi autorizada a abrir temporariamente um casino, denominado Estoril, nesta construção pública, o qual foi inaugurado no dia 1 de Janeiro de 1962.
Confesso: assinalei as partes a negrito onde se lê que o Hotel Estoril é um lugar público, destinado ao público. E porque fui eu fazer tal coisa? Nem eu próprio sei, pois com toda a certeza que ninguém me explica no que consiste a tal acusação fundamentada no pressuposto de que o local é vedado ao público - até o próprio IC diz que é público, com a breca!

Já se sabe que Scott Chiang, que é um vivaço e demonstra nestas situações uma atitude confrontatória e destemida, é um "habitué" destes jogos do gato e do rato com as autoridades, e sobre ele pendem outras acusações de bradar aos céus. E porque me queixo eu? Porque não? Devia estar contente por ser com ele e não comigo? A lei é igual para todos, ou no fundo a letras miudinhas está escrito "...menos para o Scott Chiang"? Tudo bem, a gente entende o porquê do porquê deste estado de coisas, e pode ser quem ache que esta tropa fandanga até se insere no contexto mais alargado de "harmonia", e "manutenção da paz social", e não sei quê, mas até quando? Até "embirrarem" connosco, e a partir daí "que se lixe" o estado de Direito? Mas para terminar, voltemos à questão do Hotel Estoril propriamente dita.


No tal documento onde se fica a saber que o Hotel Estoril "não interessa", que "é falso" que o primeiro casino licenciado de Macau tenha ali funcionado, e que a única coisa boa que tem é "não tapar a Colina da Guia", há ainda este pormenor:
Após a abertura do hotel, a STDM contratou, em 1964, o arquitecto italiano Oseo Acconci para edificar um mural no centro da fachada do edifício.
E só isto, bem ilustrativo da pouca vontade de se abordar este detalhe, que não é assim tão pequeno quanto isso. Este arquitecto italiano deixou descendência em Macau, certo? São até uma família assaz conhecida, não são? Alguns de nós já lá foi aos Tagliatellis, aos Linguinis, Profi Teroles e afins, correcto? E então, não são tidos nem achados no que toca a uma obra da autoria do seu decano? E essa obra, não vale um centavo, contagiada que foi pela decadência do resto da estrutura, onde inclusivamente o casino encerrou em 1975 para dar local a uma pecaminosa sauna, como consta da análise do IC? E que análise mesmo nada tendenciosa, aquela ³, que vai ao ponto de mencionar que a piscina municipal situada na traseira do Hotel é muito jeitosa, sim senhor, foi a primeira infra-estrutura pública do género no território, tem as medidas olímpicas, mas o design "não é nada de especial", e para além do mais "foi significativamente alterado" da sua concepção original devido a "exigências de modernização". Será que não era mais fácil mandarem ali um "bulldozer" e deitar aquilo abaixo, nos que nos amaciarem com parvoíces, e inventar pretextos pífios?

Isto do Hotel Estoril já fez correr muita tinta, e não dá para outra coisa senão desconfiar das reais intenções de sabe-se lá quem quanto ao que fazer com o espaço. Já esteve para ser um local cheio de cultura pró povo, depois já não, e a seguir foi para "recolha da opinião pública", e até deu para Siza Vieira, o mais prestigiado arquitecto português, fazer figura triste, dando o dito por não dito em relação ao valor patrimonial do imóvel, acabando por não pegar no projecto, depois de lhe ter sido endereçado o convite. Entretanto o tempo passa, e quem se parece realmente interessar com o fim que o Hotel Estoril terá após esta morte lenta, é detido, presente ao Ministério Público, e obrigado a apresentar-se às autoridades uma vez por mês, como um vulgar criminoso. Até parece que foi o Scott Chiang mais o seu compincha que plantaram ali o Hotel, provocaram a sua ruína, e agora andam a "empatar" a solução. E já vos disse que Scott Chiang e Alin Lam são membros fundadores de uma associação que se dedica à protecção do património de Macau, vai para anos? Outro "pormenor", se calhar...


¹ "Fanif" é "naif", ou "naive", em "tuguês" - eugénio, pronto. Oops, quer dizer, "ingénuo".

² O meu filho. Sim, afinal aquelas criaturas crescem e ficam quase iguais a nós!

³ Sarcasmo. Nota-se muito?


OlimpIDA


Terminaram as Olimpíadas do Rio 2016, e incidentalmente esta edição do maior certame desportivo a nível mundial durou exactamente o período das minhas férias, que tiveram início a 29 de Julho, uma semana antes da abertura, e terminaram hoje, um dia depois do encerramento. Parece que fiz de propósito mas é apenas coincidência, e lá porque este ano estive "de costas voltadas" para o Olimpo, não significa que os deuses do mesmo me castiguem por referir algumas pequenas notas a esse respeito. Como acontece quase sempre, os factos e as curiosidades têm sempre mais relevância, e porque não dizê-lo, interesse, que a competição propriamente dita. Assim...


...falemos dos heróis, e com Usain Bolt à cabeça, quem mais? A imagem de cima, da final dos 200 metros, diz tudo: não há pai para Bolt, que agora com 30 anos anunciou que estes seriam os seus últimos jogos, e que faz planos de se retirar após os mundiais de atletismo de Londres no próximo ano - possivelmente pensando em sair pela "porta grande", antecipando-se à inevitabilidade da decadência que dita as leis da natureza. Mas no Brasil o jamaicano provou mais uma vez que é o homem mais rápido do mundo, e quem sabe ainda um dos mais rápidos animais terrestres vivos, ao voltar a fazer o pleno nas competições destinadas aos velocistas, conquistando o ouro nos 100 e 200 metros, a título individual, e na estafeta 4 x 100 metros, em representação da Jamaica, que parece ser a "fábrica" de "roadrunners" humanos do planeta. Bolt repetiu o feito de 2008 em Pequim e de há quatro anos em Londres, e as contas são fáceis de fazer: três lugares mais altos do pódio em outras tantas edições é igual a nove medalhas de ouro. Pode ficar aquém de Michael "Aquaman" Phelps, que já vai em vinte e não sei quantas, mas é preciso ter em conta que enquanto o norte-americano compete em várias distâncias e estilos, Bolt não tem 150 metros, 250 metros, légua e meia ao pé-coxinho e a fazer o pino para compor ainda mais o seu medalheiro. E ainda com mais uma coisa a jogar a favor do jamaicano: enquanto Bolt é imbatível, Phelps...


...perdeu por algumas vezes, e tem algumas medalhas de bronze e de prata no seu medalheiro olímpico. Uma destas últimas foi obtida na prova de 100 metros mariposa nestas olimpíadas, na única das seis competições em que Phelps entrou que não venceu. O vencedor foi Joseph Schooling, um jovem singaporiano de 21 anos, que ilustrou como ninguém o que representa o ideal olímpico, na sua vertente da superação e da possibilidade de se poder alcançar qualquer sonho. Em cima na imagem da direita vemos o jovem, então com 13 anos, ao lado do seu ídolo, e à esquerda, oito anos depois, com uma medalha de ouro obtida à sua custa. Isto é de levar qualquer um às lágrimas, ou pelo menos a soltar um "auuuu..." de comoção. Esta foi também a primeira medalha de ouro conquistada pela cidade-estado nos Jogos Olímpicos. 


A viver o seu próprio conto de fadas está também Simone Biles, esta encantadora moça de 19 anos que vemos na imagem a ostentar uma das quatro medalhas de ouro obtidas na modalidade de Ginástica Artística. Biles, que é natural de Columbus, Ohio, e estuda na Universidade da Califórnia, começou por chamar a atenção por causa da fita que usa na cabeça, inspirada nas "stars and stripes" da bandeira norte-americana, e teve o mérito de bater "no tapete" aquelas pré-adolescentes que a R.P. China envia para "limparem" as medalhas nessas categorias onde se requer uma boa dose de elasticidade. Depois alegam ter 16 anos, e aqueles dentes que lhes faltam foram provavelmente subtraídos numa rixa de bar, "onde foram beber, por terem idade para tal, ora essa". Dentes de leite? Que disparate! 


E feitas as contas, os Estados Unidos voltaram a demonstrar que são ainda a maior potência desportiva a nível mundial, sendo o país que conquistou de longe mais medalhas, com 46 de ouro, contra 27 da Grã-Bretanha e 26 da China, de quem os entendidos "esperavam mais". Desconheço os critérios com que se estabelecem as expectativas neste particular, portanto abstenho-me de comentar. A equipa "da casa", o Brasil, obteve um resultado considerado "positivo", e até acima das expectativas, com 19 medalhas no total, sete delas de ouro, e entre elas...


...a do futebol, a "tal" que faltava. Depois de ter perdido nas finais de 1984, 1988 e de há quatro anos em Londres, a "canarinha" conquistou assim o único título que lhe faltava no desporto-rei, apesar de ser considerado o único em que o título olímpico vale menos que o mundial. Seja como for já lá canta, e não foi nada fácil; o finalista vencido foi a Alemanha, que só caiu no desempate nos pontapés da marca de grande penalidade, com a sorte a sorrir desta feita aos brasileiros. Um título com a  assinatura de Neymar, que depois de ter sido massacrado com uma chuva de críticas após os empates sem golos frente à África do Sul e Iraque, encontrou a forma ideal para ajudar o seu país a conquistar o ouro. Com o Brasil a ir de goleada em goleada a partir do jogo com a Dinamarca, o avançado do Barcelona apontou 4 golos, incluindo o da final, e ainda marcou o "penalty" decisivo. Uma bofetada de luva branca dada pelo avançado, que acedeu a perder o arranque da liga espanhola para ajudar o seu país num torneio que a maioria das grandes estrelas considera "secundário". Curiosamente foram os alemães derrotados pelo Brasil na final que eliminaram a selecção portuguesa nos quartos-de-final, por expressivos 4-0. Em retrospectiva, um resultado pesado, mas que tem pouco de escandaloso, e que reflecte a participação de Portugal nestes jogos:


Discreta, como quase sempre. As expectativas são sempre elevadas, e este ano muitos pensavam que os nossos atletas olímpicos iriam buscar inspiração na selecção de futebol, que venceu o Euro, mas não deu para evitar ficar na cauda da tabela dos 87 países medalhados, com uma modesta medalha de bronze, que mesmo assim...


...foi um parto difícil. Telma Monteiro, que em outras Olimpíadas prometia bastante e acabava sempre por desiludir, salvou desta feita a honra do convento, e evitou que a delegação lusa voltasse para casa com as mãos a abanar. Está cumprida mais uma olimpíada, com o Brasil a conseguir organizar uns jogos de classe, apesar dos receios levantados pela instabilidade política, e agora só há mais daqui a quatro anos, em Tóquio. Sayonara!


Reversi, Vidi...


...blogati. Bem vindos ao resto da edição de 2016 do Bairro do Oriente, depois de umas (inspiradoras) férias do seu autor. Fiquem ligados - prometo que vai valer a pena.

Leocardo


domingo, 21 de agosto de 2016

Só sabem insultar, esses filhos da p...


Sim, realmente é estúpido. Nunca se sabe quando nos pode aparecer um preto, cigano ou islâmico à porta, e depois não temos nada à mão para lhes limpar o sarampo. Sim, porque tudo o que estas  pessoas de cor e religião diferentes querem é roubar-nos, violar as nossas filhas, matarem-nos E DEPOIS converterem-nos à religião deles! Estes "liberais", francamente, são umas bestas, ao contrário de nós...


...conservadores, um poço de virtudes. Nunca estão satisfeitos com o que Deus nos deu quando criou a Terra há seis mil anos, e só sabem promover a violência e insultar qualquer um que não concorde com suas ideias imbecis. Bem que estavam a precisar de um tiro bem dado no meio daqueles cornos, esses fdp dos liberais.

PS: Votem no Trompas! É mentira que ele é racista, como afirmam esses liberais. Até conheço um preto e um mexicano que vão votar nele!


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Via di Panico



E lá podia arranjar uma maneira melhor para assinalar o post 200 da edição de 2016 do Bairro do Oriente?


SociEUdade


O gajo que veio com esta ("pensou" seria um insulto aos pensadores) deve ser o Eugénio - não confundir com "um génio". Você pode fazer o que quiser , 'tá a ver? Menos aquilo que EU não gosto, pois o que você fizer não faz a mais ninguém senão a si próprio, mas EU falo em nome da SOCIEDADE, da qual você está excluído. 

Pois é, parece complicado, mas eu traduzo o que está ali escrito em grunhês: "Não se abichanem, que eu fico com curiosidade e depois ainda gosto". Que chatice, pá!  Conhecem aquela história da velhota que chamou a polícia porque o vizinho tomava banho nu? Isso mesmo e ela conseguia vê-lo "do terraço, recorrendo 'apenas' a um par de binóculos".

Celtas e sãos


Terça e quarta jogou-se para os "play off" de acesso à Liga dos Campeões, com o representante português, o FC Porto, a obter um comprometedor empate em casa a uma bola perante os italianos do AS Roma - nada que não se possa rectificar no jogo da segunda mão, a realizar na próxima terça na cidade eterna, contando que os dragões puxem dos galões contra o adversário mais complicado que lhes podia ter saído no sorteio. Contudo a maior curiosidade teve a ver não tanto com o jogo jogado, mas antes com a atitude dos adeptos do Celtic de Glasgow. Os campeões escoceses defrontavam os seus congéneres israelitas do Hapoel Be'er Sheva,  que na ronda anterior surpreenderam ao afastar os super favoritos campeões gregos, o Olympiakos, e os adeptos da casa surpreenderam ainda mais ao ostentar bandeiras do estado palestiniano - uma recepção pouco calorosa aos visitantes judeus, portanto. Claro que qualquer pessoa de bom senso que não mistura alhos com bugalhos sabe perfeitamente que os atletas do Hapoel Be'er Sheva não têm nada a ver com a lamentável situação no Médio Oriente, e nem todos são israelitas, sequer mas não deixa de ser uma constatação de que nem todos os europeus - nem a maioria, felizmente - se deixa levar pela tendência Islamófoba que se espalha pontualmente pelo velho continente, e que ainda sabe discernir o certo do tragicamente errado.

Quanto ao jogo propriamente dito, os escoceses venceram por esclarecedores 5-2, o que já será mais que suficiente para os doentes islamofobos  (coitados...) os acusarem de "anti-semitismo". O avançado Liam Griffiths, autor de dois golos e uma assistência será doravante conhecido por Herr Griffiths, provavelmente, e ainda lhe arranjam um primo alemão qualquer, se for preciso. O "problema" é que o Celtic é o clube dos católicos da Grã Bretanha  (e não só) por excelência, e até conta com um jogador israelita no seu plantel: o médio Nir Button, que ainda jogou os últimos trinta minutos. Mas que grande confusão que deve ir na cabeça destes doentinhos,  com tudo isto. Será que umas quantas sessões de electro-choques ajudam?

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Sobre a polémica do "burkini"


Claro que sim, concordo que os preceitos religiosos devem ficar longe das praias, e assim como qualquer hipóc...quer dizer, "indivíduo tolerante e civilizado" não vejo qualquer mal nas senhoras exibirem a chicha e as mamocas - desde que não sejam a minha mulher/namorada, irmã ou filha, lá está. É por isso que a pergunta se impõe: quando é que a GESTAPO francesa reúne estes pinguins na imagem, e os manda de volta para o Pólo Sul?


Pop Roma


Mangia,  bella!


Come-ah! Luigi will-ah make you da best-eh pizza!


Per la fornicazioni de tutti! 



Lo importante è la massa!


Buona...(s)cera?


Oggi: Capelli!


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Para conveniência do...


...Hugo Gaspar! Já viste, que agora antes de passar ao acto propriamente dito, podes dar uns chochos na/o cachopa/o? (A ambiguidade explica-se por...bem, eu não "disse" nada - "consta", é só). O problema é que isto é só na Áustria, pelo menos que eu tenha conhecimento. E "problema" porquê? Porque a Áustria está cheia de "muslos", e depois "dá-te  vontade de vomitar". Talvez seja melhor esperar que substituam os tic-tacs por pastilhas para o enjoo...


Ellen levada às costas, "racismo" levado em ombros


Ellen DeGeneres publicou esta imagem na sua conta do Twitter, e foi acusada de...exactamente, de "racismo". Nem fazia sentido dar um prémio em quem acertasse na resposta, pois "aconteceu na América", e como se sabe o problema que eles próprios criaram ainda está por resolver. Sim, DeGeneres é fufa assumida, e por isso ela própria parte de uma minoria com um respeitável historial de descriminação, e a imagem é uma alusão à rapidez do atleta Usain Bolt, com quem a apresentadora brincou acrescentando uma legenda onde se lia que gostava de ter o jamaicano como "meio de transporte". O próprio Bolt, que foi convidado no programa de DeGeneres na temporada passada  (não consta que tivesse ido acorrentado e de grilhões nos pés) já republicou a imagem na sua conta do Twitter, como que a dizer que não se importa com a "brincadeira", e a mostrar solidariedade com a apresentadora, até porque...


...na América isto é um negócio - uma indústria se preferirem: "a indústria do racismo". Portanto não confundam as coisas e chamem ao barulho o "politicamente correcto", que aqui trata-se de um negócio lucrativo, e a Ellen DeGeneres tem perfeitamente a consciência de como a "brincadeira" lhe podia ter saído cara. Esta imagem em cima, que terá certamente mais de um século, "explica porque é que DeGeneres foi "racista"", e foi publicada por quem? Uma branca pertencente a um daqueles grupos que alegadamente "lutam pela igualdade" remexendo o mesmo esterco de sempre. Não sabiam que no passado existiu escravatura e por isso nem sequer lhe passou pela cabeça olhar para uma pessoa de um grupo étnico diferente do seu desse prisma? Eles deixam-o saber que sim que existiu, mas veja lá se não os recorda desse facto , senão eles ficam "ofendidos" e "magoados". Julgo que a parábola da árvore do jardim do Éden queria dizer isso mesmo - a tentação é fo... .



segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Haverá (mais) vida em Bolt?

Olha eu aqui outra vez, mamã

Não fui ver quem ficou em segundo lugar na final olímpica dos 100 metros - e interessa? Mas seja lá quem for, é o homem mais rápido do mundo: Usain Bolt não é deste planeta.


domingo, 14 de agosto de 2016

Vhodné pro krále


"Digno de um rei", é o que quer dizer aquele título em checo, e é também a única forma de descrever o manjar com que me prazenteei depois da partida entre o Bohemians e o Sparta de Praga, no restaurante Vršovická Kozlovna - que aproveito para recomendar. Um "confite" de perna de coelho com uma nota de mostarda, acompanhado com uma generosa dose de batatinhas assadas, daquelas que se comem com casca e tudo, redondinhas que faziam lembrar bolas de golfo hermeticamente cortadas em metades iguais, e que se devoravam com uma bocada apenas.

Mas não se pense que este era um coelho qualquer, um "lapin" congelado, e suspeito que o bicharoco nunca terá entrado num frigorífico na sua encurtada vida - este coelho queria viver, deu luta e parecia mesmo que havia sido apanhado naquele mesmo dia de algum bosque checo para me servir de repasto, tal era a forma com que encantava o palato. E quanto pagaria o freguês ou a fteguesa por esta especialidade da gastronomia do leste da Europa? Vinte euros? Dez? E que tal 175 Korune, que é qualquer coisa como sete euritos,  mais cêntimo, menos cêntimo? Děkuji mnohokrát, čeština!

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Cornos diferentes, cornos iguais



Estava esta manhã na Central Platz em Munique e aconteceu-me uma daquelas coisas que parecem saídas de uma daquelas lengalengas com uma moral do caraças, que tornam a história praticamente depleta de qualquer credibilidade a quem a escuta, "só que ao contrário". Eu explico: não há moral nenhuma e incidentes desta tez irritam-me a um ponto que mesmo deixado-me coberto de razão, preferia estar errado, pronto. Passo a relatar.

Estava eu então na referida praça com mulher e filho - que podem assim confirmar a validade deste relato - quando a certo ponto vou ficando ligeiramente para trás enquanto lia uma notícia na edição online do jornal A Marca, respeitante a um equívoco que teve como protagonista o futebolista turco Arda Turan, do Barcelona, que alegadamente terá posto um "like" num post relacionado com a conquista da última Champions League pelo Real Madrid, e estando o referido atleta ao serviço do emblema catalão, isso é "inadmissível". Estes gajos do Barcelona têm muito que se lhe diga, mas nada como o personagem que se cruzou no meu caminho, e que passarei a descrever.

Ia eu portanto uns quantos metros atrás do meu "ensemble", quando passam por mim três pretos , ou melhor dois, pois o terceiro resolveu deter-se, aparentemente para "atar os sapatos" - ou treinar para homem-estátua, sei lá, tudo o que sei é que o cosmos ou seja lá o que for determinou que o fizesse precisamente no momento em que eu ia a passar, e bem no meio da rua. Ainda a ler a previamente referida notícia e prestando apenas meia-atenção por onde pisava, passo de lado por ele e debito um "excuse me" entre dentes, completamente impreparado para o que vinha a seguir.

Foi assim que já meio a caminho da minha vidinha de justo, o referido indivíduo levanta-se e brada alto e bom som: "Excuse me, sir, what you called me?". Olhei para trás, se calhar não devia, mas ainda bem que o fiz, pois assim ganhei o dia, e foi aí que se confirmou que a referida criatura se dirigia a "moi", e de mal passou a pior: "Did you call me a nigger"? - bradou ainda mais alto do que da primeira vez. Voltei para trás e confrontei o tipo, dizendo que não lhe chamei de nada, e nada era também o que ele tinha a ganhar com aquela sórdida encenação uma vez que eu nem sequer sou alemão  (nem pareço, pois não?) - e mesmo que fosse? Nada justificaria o triste espectáculo levado à cena por aquele camarada mesmo no centro de uma das mais cosmopolitas cidades da Europa, ao meio dia de uma quinta feira.

Prosseguiu dizendo "let me tell you I'm just a human being like you!". Como eu não é com toda a certeza que por vezes posso ser um bocado idiota e dizer um ou outro disparate, mas não chego a este ponto. Perante esta insistência, respondo-lhe candidamente: "Parece que tens toda a razão, e tens um monte de testemunhas abonatórias. E que tal se chamarmos a polícia, então?". E foi aí que o tipo me vira as costas e vai à vida mais os seus amiguinhos, provavelmente tentar ir capitalizar com essa palhaçada do alegado "racismo" para outra freguesia. E eu fui à minha, e no processo a minha melhor metade ainda me repreendeu! "Porque é que voltaste para dar corda ao tipo? Cheguei a temer o pior!". Ora, porque ia "fugir" se não fiz nada, e o que me garante que o tipo não vinha atrás de mim? E qual "pior", quando se topava a milhas que este é um daqueles artolas que "vive disto" - todo janota, bem vestido, tresandava a colónia, e recordo que estávamos em Munique! Ia lá ele "borrar a pintura", o betinho?

Falei mais em cima do Arda Turan, e do Barcelona, e cheguei a pensar que ali o Edson Chipenda em versão bávara daria um excelente reforço para os "blaugrana", como avançado: para se fazer aos penaltis. O problema ia ser depois o controlo anti-doping, e é por isso que a sugestão da polícia o fez guardar a viola e ir tocar o seu "blues" da "opressão racial" para outra freguesia - eu não me ia importar mesmo nada de esvaziar os bolsos em frente às autoridades, e era evidente pelos olhinhos de borrego prestes a desfalecer que o mesmo não se pode dizer do sujeito. Tudo isto só veio comprovar duas coisas; primeiro que o "racismo" não existe, como venho defendendo há anos, e segundo que por muito que haja brancos e pretos estúpidos e imbecis, uma coisa têm todos em comum: os cornos, que não mudam de cor quando estão cheios de droga.





Die Islamisierung ist der stuss


Este é um restaurante da cadeia McDonald's situado não no médio nem no próximo Oriente, ou sequer no Oriente mesmo ali ao virar da esquina - é em Munique, na Alemanha. Não consta que tenham sido obrigados a adoptar aquela designação em árabe, paralela à outra pela qual são mundialmente conhecidos; ao contrário do que muitos querem fazer crer, os árabes são deste planeta e reconheceriam com facilidade os dois arcos da multinacional americana que mais contribuiu para o aumento da obesidade infantil. Não consta ainda que tenham sido obrigados a incluir um menu Halal no seu cardápio, ou de que os seus clientes "tradicionais" se sintam incomodados com isso, ou que estes que representam o novo segmento de mercado reprovem que ao pequeno almoço se continuem a servir "ham paddies" ou durante o resto do dia outras opções que para eles são "haram" - cada um come do que quer e para a McDonald's é tudo dinheiro em caixa, "business as usual". Finalmente, e quem sabe o mais importante, não consta que os profetas da desgraça que apregoam o fim dos dias com a chegada do "papão islâmico" tenham levantado a voz contra a companhia, em protesto por algo que normalmente considerariam "uma cedência" perante o "invasor", para não lhe chamar "inimigo". É por essas e por outras que essa conversa da Islamização do Ocidente é uma treta. Aos aficionados (leia-se "teimosos", dando o benefício da dúvida) desta teoria recomendo um bom psiquiatra. 




quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Nádegas a declarar


Estava eu esta manhã a entrar em Munique vindo de Madrid sem precisar de mostrar qualquer documento de viagem ou de identificação que fossem, e dei comigo a pensar: "quem é que teria algum interesse em acabar com este maravilhoso estado de coisas"? Só pode ser alguém com alguma coisa a declarar. Que é um imbecil, por exemplo.



¡Bienvenidos a España!


Protege-te, rapaz


Dedicada ao Hugo Gaspar.



quarta-feira, 20 de julho de 2016

¿Vostè és el que?


Carlos Puyol, antigo capitão e "lêndea" viva (eh eh) do Barcelona disse que é...estão sentados? "Espanhol"! Disse que era "espanhol"! O Puyol! Ó nol! Quer dizer, ó não! Isso mesmo, foi num anúncio da TV chinesa a promover a Liga BBVA, de "Espanha", que arranca já no próximo mês. De..."Espanha", que não existe...mas Puyol sim, existe! Ou existia, porque agora os seus germàs catalás estão fu que nem podem ver este anão com músculos de rocha à sua frente. O que foste fazer, homem de Deus e de pouco mais de metro e meio?!?! Eles matam-te! Eles quem? Ainda perguntam?


Os separatistas, pá, que "amenazan a Puyol y a su familia", e logo "en las redes sociales". Pfff...isso lá vale alguma coisa? Já se sabe, os tipos levam a pança mais uns pacotes de "patatas" fritas e "unas cervezas" para sentar o rabo o dia todo em frente ao computador, vêem uma notícia destas, e automaticamente, pimba! É "filho da fruta" práqui, "bandoleiro do carvalho" prácolá, e passado meia hora vêem outra notícia qualquer, uma GIF engraçada ou um par de mamocas, e no fim já nem se lembram daquele ultraje, ai que desgraça! Lembras-te o que aconteceu ao Figo quando trocou a Catalunha pelo Real Madrid? Exactamente: NADA! A não ser coisas boas, claro - ganhou rios de nota..."un munt de diners". A polícia já nem liga a estas coisas; as ameaças nas redes sociais são como aqueles e-mails que dizem "Parabéns! O seu e-mail foi contemplado no nosso mega-sorteio super-especial e ganhou um milhão de libras! Envie-nos o seu e-mail com a sua informação pessoal!", e que só cai na esparrela quem é realmente muito crente - muito, mas mesmo muito crente. O que fica são as figuras tristes, como esta:

Sim senhor, que poeta, "aquest noi" - que é como quem diz "este gajo" em "catalán", que é este idioma que faz lembrar o português falado nas bairros problemáticos da Margem Sul: "ó Paiól, és un gande fill de pute, caralle!". Mas isto percebe-se, mais ou menos, tirando um ou outro preciosismo.  Os "xonesos" são os chineses, e "omplert les butxaques" é "encher os bolsos" - os chineses encheram-te os bolsos. Depois de uma pequena análise de bolso sobre a decepção e falência do socialismo, neste particular o de características chinesas, o indivíduo "entra a matar": "Si fa falta mamar-los la polla se'ls la mama"?!?! Ó amic, perdão, amigo...isso não é o mesmo que o pão, ou a água canalizada e as outras necessidades básicas, não "faz falta". Isto é o mesmo tipo de pessoa que não sai de casa sem ver se os sapatinhos estão todos pipis, a brilhar, e tal, passa pelo espelho mais uma vez para ver se os dentinhos estão imaculadamente brancos e não há um cabelo de pé, e ainda bafeja para dentro da mão para ver se o odor não vai depois ofender um seu germà catalán quando lhe for pedir um flán, que ainda agradece umas três vezes: "molt agraït!". Vai-te esconder, ó coiso. 




Agora este. Ou esta. Já viram como são os nomes catalães, por acaso? Alguns parecem um código postal: "Pol No". Pimba, afinfa-lhe! E "Fran Mas". Mas o quê? Mas nada! Agora, estas devem ser as tais "ameaças" ao homem e à sua família de que se fala na notícia. Uhh..."desejo o pior na tua vida para ti e para a tua família". Assustador...faltou um "Veuràs, veuràs", ou "Vais ver!". Pois é ó Puyol, se te der uma dor de dentes lancinante a um Domingo com o dentista mais próximo a duas horas de avião de distância, já sabes quem te rogou a praga. E visca Cataluya livre e junta!



Olha a Dolores catalã, e como podem ver, é da família dos "Mas...mas nada!". E caiu o quê??? Ah, um mito. Pois, olha, isso é uma daquelas coisas que ninguém se incomoda em se agachar para andar à procura. Porque é que não compras outro? Uh..."compra un altre...babau!".


Estão a ver isto, seus catalá ingraït? Foi em 2010 quando o Puyol - que sempre foi um lindo rapaz, com a cara direitinha, e tal - ganhou o mundial com aquela agremiação de povos obrigados a pertencer a esse império tenebroso que é Castela e a que se deu o nome de "Espanha", e lembrou-se do seu - do vosso, "dels seus" - país, a Catalunya. Ó ele ali com o seu "molt amics" Xavi, outro compatriota vosso. Pois é, mas agora que o rapaz já não dá chutos na bola e as contas não se pagam com o vosso nacionalismo e tal, tem que fazer anúncios para canais de TV "xoneses", e outros que lhe paguem, enfim, e explicar aos "mafiós del capitalisme de la Xine" (aquele gajo que fez esse comentário deve ser comuna, ó c..., "collons") a confusão que vai por aí no vosso quintal é que não pode ser nada. E logo na China, ui, onde os tipos do "partí" devem a-do-rar essas conversas de separatismo e não sei quê. Portanto $e não $abem porque é que ele di$$e o que di$$e, $ão mesmo "cec", pá. Ceguinhos, pois, duhhh...


sexta-feira, 15 de julho de 2016

Na ressaca do Euro 2016: Idiotus Maximus



















E guardei o melhor para o fim - ou neste caso o pior. Aquele indivíduo que se faz passar por mestre em História Contemporânea, recorrendo inclusive à apropriação da identidade de um tal João José Horta Nobre, incorrendo assim num ilícito criminal que eu conseguirei provar, e só ainda não o fiz porque não quero deixar qualquer margem para dúvidas, comentou no seu blogue História Maximus sobre a vitória de Portugal no Euro 2016. Como não podia deixar de ser, deu mais uma vez provas da sua infinita imbecilidade, tentando dar a entender que é um indivíduo muito preocupado com os males da sociedade, sim sim, ui ui, mas que grande besta quadrada que este palerma veio a sair. Então não é verdade, o que este casca de cagalhão está praqui a zurrar? Os brasileiros, por exemplo, quando ganham um mundial, choram. Ai de quem se atreva a comemorar, com as favelas e os pobrezinhos e não sei quê. E Freud? Porquê Freud? Porque carga de água? Mais alguém aqui comeu a própria mãe além deste gajo? Mas o que seria de esperar de quem...


...mete a FIFA ao barulho e tudo? A FIFA estão a ver? Portugal ganhou o Euro, por isso ...FIFA, máfia e tal..Epá se este gajo se queria fazer passar por mestre de alguma coisa sem ser de pivias e boquetes, e aí já é doutorado e tudo, podia escolher outra coisa, tipo carpintaria, ou algo que poupasse o mundo a mais esta "quantidade de chorrilhos" (LOL!). Este gajo é comprovadamente diminuído mental. E não está sozinho:


Oh oh oh, olha quem é  ele, Ivan Baptista, a formiguinha com catarro, atraída aqui pelo açúcar dos anormais. Tu o quê, Ivan Baptista? Ficaste a..."pensar", como as pessoas? És tão mentiroso, ó Ivan Baptista...

Na ressaca do Euro 2016: Apita o comboio



Fidel Nikitin (na imagem), um russo de 27 anos de idade vendedor de telemóveis, suicidou-se após a vitória de Portugal no Euro 2016. Não porque era grande adepto da França e na verdade duvido que fosse adepto de futebol de todo: Nikitin perdeu todas as suas economias numa aposta em que a França seria vencedora da competição.


Esta foi a mensagem de despedida que Nikitin deixou aos seus familiares e amigos antes de se suicidar. O russo perdeu qualquer coisa como  35 mil euros, e com o lucro que estava convencido que ia obter, esperava "saldar as suas dívidas". Era muito mais útil usar essas economias para pagar as dívidas, e no fim isto só vem mais uma vez provar que a jogatina não é forma de resolver nenhum problema. Pode ser é que cause ainda mais problemas, como neste caso. Ah sim, se não perceberam o título do artigo, este tem a ver com a maneira que este pobre de Cristo encontrou para se suicidar: ficando de pé na linha do comboio.