segunda-feira, 17 de abril de 2017

Catarina e a "marida"


Uma notícia que mereceu destaque na semana passada foi o bombardeamento da Síria por mísseis norte-americanos, mais uma tropelia da administração encabeçada por Donald Trump, que se bem estão recordados, havia deixado claro que "seria um erro bombardear a Síria". Ora bem, este incidente mereceu a condenação de qualquer pessoa com o mínimo de bom senso, e Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda, não foi excepção - outra coisa não seria de esperar, vindo da extrema-esquerda portuguesa, geneticamente aversa a tudo o que vem das terras do Tio Sam. Mas as críticas vieram quer da esquerda quer da direita, e a acção militar serviu mesmo de pretexto para alguns "trumpistas" já arrependidos deixarem de elogiar o indivíduo, que além de néscio e mal-formado, é ainda tenebrosamente coadjuvado com tudo o que há de pior na América. Tudo bem, o que é importante é ter toda a gente de bom senso a puxar para o mesmo lado, e pouco importa quem estava certo ou errado. Para mim estava e está tudo errado. Quanto aos outros, bem...


E aqui por "outros" refiro-me obviamente àquela gente frustrada, amarga e revoltada com tudo e todos só porque a vidinha vai correndo melhor a outros do que a eles (e nem sequer têm muita razão de queixa, estes tristas). Sim, os suspeitos do costume, os xenófobos, os islamófobos, enfim, a extrema-direita "divertida", e onde se inclui este gajo. Não, não estou a chamar "gajo" à Maria Vieira, pois a este ponto toda a gente minimamente informada sabe que quem escreve naquela página é Fernando Duarte Rocha, o marido da actriz, um escritor mau e relativamente desconhecido, que ironicamente se entretém a atacar "subsídio-dependentes" e outros...como ele. Em suma, um indivíduo sem escrúpulos, que logo para começar usa a relativa popularidade que a mulher para se passar por ela, e agora que não convence nem um papagaio retardado da sua charada, faz estas tristes figuras. Triste, triste. Mas vamos lá por partes.

    A Catarina Martins está muito aborrecida porque acha que os EUA não respeitaram os Direitos Humanos pelo facto de terem bombardeado túneis subterrâneos onde se escondiam e operavam forças terroristas do Estado Islâmico! (...) Nunca a vi protestar contra os estupros e agressões a ...mulheres europeias na Suécia, na Alemanha e em outros países que vêm acolhendo milhares de islamitas e "refugihadistas"! 
     
Eu não vou aqui defender a Catarina Martis, mas p'lamordedeus, a senhora agora é o Boletim Meteorológico, para ter que se pronunciar sobre tudo e mais alguma coisa, caso contrário corre o risco de não ter legitimidade para opinar sobre uma notícia de interesse global? Mas este tótó acha que convence alguém DECENTE daquilo que está para ali a fungar? Haja dó, e é preciso não esquecer que as tais "agressões a mulheres" e casos afins são amplificados, manipulados e até fabricados pelos nazis que alimentam estas mentes doentias com "notícias" daquela estirpe. 

    Estou farta destas Catarinas e das suas coleguinhas da extrema-esquerda que se fazem passar por boa gente e por gente de bem e que nem sequer foram eleitas pelo povo português para debitarem as asneiras que ninguém com o mínimo de decência e inteligência quer continuar a ouvir! Estou farta! Sim. Estou farta! 
Está "farta", grita ele, apelando aos "milhares de seguidores nos quatro cantos do mundo" que a página da mulher tem, que feitas as contas, são 8 mil e qualquer coisa. Nada mau, dirão uns. "Peanuts", digo eu:


A página da Catarina Martins, com quem eu não simpatizo (nem desprezo, nem nada), e como podem ver não sigo, tem mais de 60 mil. Isto não quer dizer grande coisa, mas vejam lá se seguem o meu raciocínio: 1) Tema de política internacional; de quem é que vamos querer ouvir uma opinião, da Catarina Martins ou do desocupado do marido da Maria Vieira a fazer-se passar por ela? 2) E qual é a razão de tanta peixeirada por causa do que a Catarina Martins disse ou pensa, e mais importante: quem é aquele palerma para falar por...o quê? "Tantos cidadãos da Espanha, Grécia, socialistas blá blá blá". Ó meu, tás mal, muda-te. Ou como se dizia no meu tempo, "vai fazer uma manifestação de um". Só que não, e onde se arruma o cão, chegam as pulgas:


Aqui está, o banquete de maus fígados, onde entre as sopeiras e os coitados que aparecem a dizer "ai Maria tem toda a razão, gosto muito de a ver trabalhar", aparece gente...suspeita. Eu não sei se esta gente que vem para esta degradante página tem um pingo de vergonha na cara.  Aquilo é um adulto de 50 e tal anos a passar uma mensagem miserável em nome da mulher, que é uma artista de variedades que ninguém imaginaria que dissesse uma frase daquelas, quanto mais o que ali está. "E na Venezuela"? O BE tem que condenar o regime da Venezuela, ou outro qualquer? O que é aquilo, "empurrar a nação para o abismo???". Reality Check:


"Um milagre", é o que chamaram à recuperação da economia portuguesa no último ano. Eu não gosto deste Governo, nunca votei ou votaria em qualquer dos partidos da chamada "geringonça", mas porra, não era isto que toda a gente queria, que diabo? Eu sou eu, e não preciso de ter estima pessoal ou qualquer outra por alguém para reconhecer um trabalho bem feito. Deixem a febre da dengue e façam-se ao pequeno-grande Deng: "Pouco importa se o gato é preto ou branco, desde que cace o rato". Mas claro que todos aqueles disparates da autoria do Nando, em parada na página do Facebook da coitada da Maria Vieira têm uma explicação lógica - pasme-se! Claro que tudo o que esta gente quer é que se corra com os imigrantes, com prioridade para os mais exóticos, e tudo o resto são tretas. Por isso não surpreende que depois da recente polémica com a colega de profissão Ana Bola, a página tenha tido mais visibilidade para os apologistas da mesma regra, caso do PNR, entre outros. E quem resolveu dar um ar de sua graça na sexta-feira santa?


Joana Perestrello de Vasconcellos, membro da comissão política (?) "et all" do tal partido que se diz "nacionalista". Eu não conheço a senhora nem tenho nada pessoal contra ela, mas por uma questão de bom senso, que tal marcar uma consulta num bom psiquiatra? A criatura diz-se de um partido político "democrático", e depois vai dizer aquelas coisas para uma página de uma rede social, que recordo que é pública, toda a gente consegue ver (toda a gente que não tenha sido bloqueada pelo Nando, esse pretenso paladino da "liberdade de expressão e não sei quê)? E ela jura que está a falar a sério quando diz que quer "partir os dentes" à Catarina Martins! Querem ver?

Ah pois, que ela "não é fake". Votem, votem, livra! Entretanto é possível detectar ali outros recados a outras "vacas" (?), que não propriamente a Catarina Martins - o que quer dizer aquilo, "não se metam com a minha amiga, a Maria Vieira"? Isto tem uma explicação muito simples, e que nos ajuda a entender também porque é que o Nando anda para ali a estrebuchar feito uma franga degolada, a dizer que "está farta!".

    Eu estou farta e não tenho medo de o dizer, por muito que tentem, sem sucesso, calar a minha boca!
A "Maria Vieira" despede-se com esta nota, e com toda a certeza que não era dirigida à Catarina Martins. Se existisse uma ténue suspeita de que a coordenadora do BE andava a criar alguns obstáculos à produção daquela verborreia toda, o gajo pegava naquilo e nunca mais se calava. Fazia um banquete real de uma pacote de pevides. O "problema" é que o Nando não usa chapéu, e anda com a careca à mostra - e digo isto em ambos os sentidos, quer o literário, quer o figurativo. Mas continua, Nando, continua a fazer essa linda figura. Não tenho grande apetência por estar a assistir a alguém a enterrar-se na lama deste jeito, e ainda a teimar que não senhor, não se passa nada. Só para ti abro uma excepção. Cumprimentos, que "beijinhos querida Maria", como dizia o outro, é um bocado "gay". E como disse um dia um mau poeta, "prefiro beijar o cu de um cão do que a boca de um homem". Lembras-te, Nando?


sábado, 15 de abril de 2017

sábado, 8 de abril de 2017

Leocardo na Índia


Vou estar na Índia durante uma semana, pelo que a actualização do blogue dependerá das circunstâncias e da disponibilidade. Podem entretanto seguir a jornada na minha página do Facebook. Até ao meu regresso.



sexta-feira, 7 de abril de 2017

Os B.P.S.


E para rematar a semana em grande estilo, nada como o artigo de quinta-feira do Hoje Macau. Bom fim-de-semana!

Costumava o meu pai dizer que “à mesa não se fala de religião ou política”. Mas de futebol tudo bem, falava-se pelos cotovelos. Na ressaca de mais um “derby”, disputado no último Sábado entre o Benfica e o Porto, resolvi hoje de um mal que afecta os portugueses de um modo geral: a clubite.

Se os benfiquistas são seis milhões (é bem possível, a julgar pela quantidade de gente deprimida no país), os restantes quatro milhões são do Porto e do Sporting. São os BPS (benfiquistas, portistas e sportinguistas), que constituem 99.9% da população portuguesa – os outros 0.1% são uma margem de erro. Mesmo os que se dizem adeptos dos outros clubes, do Guimarães, do Braga, do Belenenses, e mesmo os orgulhosamente insulares da Madeira, são uns enormíssimos BPS camuflados. Basta ver os jogos do tipo Braga-Benfica, ou Penafiel-Porto, se acabam 2-2, metade dos adeptos no Estádio festejam os quatro golos, sendo que a outra metade pertence a um BPS inimigo – os BPS são os expeditores da glória desportiva. Um adepto de Setúbal que garanta a pés juntos que só gosta do seu “Vitórria”, é lá no fundo um BPS recalcado que sofre com um deles todos os fins-de-semana. A Taça de Portugal é um bom exemplo disso. Lembro-me há uns anos um dirigente de um clube dos escalões secundários ter dito em vésperas de receber um dos grandes que “queria vencer para ajudar o Benfica”.

O clubismo é um cancro nacional. Separa os melhores dos amigos, gera discussões bacocas entre colegas, é só do que se fala quando não há nada para falar (e quase sempre não há!). Qualquer BPS mais pacato começa a levantar a voz e o dedo quando fala de futebol com um BPS rival. Ao contrário das religiões, que não se enfrentam todos os fins-de-semana em busca de um troféu (pelo menos não nos mesmos moldes), aqui a rivalidade é renovada a cada jogo, a cada semana, a cada título. Cada um dos BPS é especial na sua maneira de ser.

O benfiquista é o mais orgulhoso. Há benfiquistas de toda a espécie e feitio: ministros, advogados, trolhas, domésticas, beatas, arrumadores, tudo. Há benfiquistas alentejanos, beirãos, portuenses, do Minho até Timor, como dizia o outro. O Benfica é a United Colors of Benetton do clubismo lusitano. Podem ser óptimas pessoas, boazinhas, porreiríssimas, mas passam-se dos carretos quando alguém fala mal do seu clube. Todos sabem de cor os hinos do Benfica, têm em casa um pratinho que diz “quem não é do Benfica não é bom pai de família”, arrepiam-se quando revêm imagens do Eusébio e do Rui Costa a chorar. Produzem resmas de poesia e prosa de casca grossa para definir “o que é ser benfiquista”, que começa quase sempre por “é uma chama imensa”. São tão agressivos quanto os portistas, têm ambos mau perder, e isto porque ambos pensam que existe uma guerra norte-sul, em que a deslocação para cada um dos campos de batalha se faz de carro em pouco mais de duas horas.

Os portistas são gente desconfiada (“este morcone não é do Norte, carago), orgulhosa, que um dia arregaçou as mangas e resolveu pôr um fim ao domínio da capital. São os anti-imperialistas do clubismo. Olham para o Benfica de cima, e riem com tom sarcástico das coisas que os acusam. Para o portista, que ri na cara do perigo, “as contas fazem-se no fim”. E têm sabido fazer bem as contas. Pinto da Costa aparece assim numa aura estranha, de santidade como o Papa, de revolucionário como Che, de padrinho como Vito Corleone com um culto da personalidade a fazer lembrar Mao. Orgulham-se do terreno que foram conquistando nas últimas décadas, e estão convencidos que “até em Lisboa há portistas”. Enganam-se. Haver há, os que emigraram. Os outros são sportinguistas arrependidos, uns BPS à parte, que são anti-Benfica.

Os sportinguistas são, dos três, os mais simpáticos. Têm orgulho de ser do Sporting, consideram-se uma elite. São os tais “netos de visconde” de que o Octávio Machado falava. Quando penso num sportinguista tipo vem-me à ideia um indivíduo calvo, sorridente, técnico de informática, com um autocolante “salvem as baleias” no PC e outro “Bebé a bordo” no Fiat. São os BPS que mais filosoficamente aceitam a derrota, e não entram em grandes euforias quando ganham, porque afinal, “é normal”. São uma malta que sabe estar na vida. Sendo os mais simpáticos, são também os mais permissivos, e talvez por isso nunca ganham, coitados. Simpatizam com o Porto “quando ganha títulos em vez do Benfica”. Para eles ver o Benfica perder é um prazer indiscritível. Dizem com a maior das calmas e com um desportivismo latente que “o Porto é melhor clube português dos últimos 30 anos”, mas secretamente desejam que os BP (Benfica/Porto) se matem, esfolem e auto-destruam. O seu mote é “quem espera sempre alcança”.

Outra palermice que os adeptos gostam de reafirmar é que “são BPS, mas são portugueses e querem que os outros ganhem na Europa”. Mentira. Na hora da verdade o visceral ódio vem logo ao de cima. Basta observar este ano a novela entre Porto e Benfica por um lugar na Liga dos Campeões. Mas nos outros países é assim, porque havia Portugal de ser diferente? Na Espanha os adeptos do Barça ficam furiosos quando o Real Madrid vence um troféu europeu, e vice-versa.

Mesmo na selecção nacional o clubismo dita as suas regras. São os BPS cada um a puxar a brasa à sua sardinha, a achar que devem ter mais jogadores do seu clube na selecção de todos nós. Culpam árbitros, dirigentes, políticos e outros pelas derrotas. Têm uma lista negra de responsáveis pelos seus fracassos, e não se importavam de ver “toda a gente na cadeia” para poder festejar as vitórias para que, afinal, muitos nada contribuíram.


Foda Motorsports


Em Hong Kong. O tipo de desporto motorizado (?) que a malta mais gosta. Link aqui.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Templo Tou Tei


Na Rua da Pedra. em Macau.



Mundial das colheres de pau


Lembram-se das vuvuzelas, aquela corneta infernal que fez com que os estádios da África do Sul parecessem um matadouro de elefantes durante o mundial de 2010? Ora bem, para o ano no mundial da Rússia a música vai ser outra, com as "colheres da vitória", um novo instrumento inspirado nas castanholas espanholas, que prometem ser o ruído de fundo da competição mais importante entre selecções. O próprio Vladimir Putin gostou tanto da ideia que a patrocinou com um milhão de rublos (cerca de 150 mil patacas). É muito menos irritante, temos que reconhecer, e estes russos até dão um ar mais divertido à coisa.


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Nivea lava mais branco


A Nivea retirou esta campanha destinada ao mercado do Médio Oriente (?), depois de ter sido acusada de "racismo". No cartaz lê-se "Branco é pureza". A tragédia, o horror, censura! Bradaram uns. Sensura! Urraram outros. Entre os muitos comentários que fui lendo ao longo deste dia, alguns sugeriam que "não se pode ser branco", ou promover a alvura. Num deles lia-se "será que se eu comprar um carro branco vou ter problemas com o SOS Racismo?". Oh oh oh, que espirituoso, para não dizer idiota. Quer dizer, eu sou branco, e não sei como se sente alguém que não é quando depara com uma coisa destas, mas se não for BURRO, vai entender que a mensagem do anúncio não tem nada a ver com ele. Agora vamos ver o que REALMENTE aconteceu.


Pois é, aí está, que coisa tão linda. Os nazis do Alt+Right pegaram no cartaz da Nivea, e conspurcaram-na, como fazem em todo o resto que tocam. Posto isto, a Nivea retirou a campanha e pediu desculpa. Portanto, nada a ver com o "direito a ser branco". No entanto há quem tenha continuado a aproveitar a onda de indignação, alimentando-se da ignorância alheia:


Olha só, que gente tããão fina. Um par de jóias. Ana Kandsmar, a quem devo uma resposta relacionada com contas de outro rosário (um dia quando tiver estômago para isso vamos lá; não perde pela demora) e Fernando Duarte Rocha, o nazi (ir)responsável pela página de Maria Vieira - um segredo de polichinelo, diga-se em abono da verdade. Eu assino por baixo; branco é pureza, mas acrescento: negras são as vossas almas. Ah sim, e parabéns por terem nascido brancos. Isso é que foi um exemplo de "meritocracia", como diz o Nando. O gajo que se aproveita da popularidade (?) da mulher para espalhar este tipo de caca pela net, estão a ver? Ganda homem! 


terça-feira, 4 de abril de 2017

Macau já tem um restaurante russo!


E parece que já tem há alguns meses, a julgar pela página do Facebook do Friendmily - assim se chama o restaurante, que é assinalado como sendo "European cuisine". E para quem ainda não conhecia, como eu, onde é que fica?


Aqui no nº 78 da Rua da Barca, ali quem vai para a zona do Mercado Vermelho. E o local, é agradável ou quê?


Pode-se dizer, cheio de motivos que nos fazem sentir como se estivéssemos no maior país do mundo. Bem, ou pelo menos num outro tempo. É a fazer lembrar a Rússia, pronto. E da ementa...


..que como podem ver é giríssima, o que fui eu comer?


Não foi muita coisa - digamos que fui lá apenas "cheirar" e provar. É no que dá os feriados; almoça-se às 3 e tal da tarde e depois fica-se sem fome para jantar a horas decentes. Contudo posso garantir que não faltam no cardápio o Strogonoff, a Galinha Kiev ou o Borsch, entre outras delícias da cozinha russa. E para beber...


...cerveja Baltika, importada da Rússia. Aliás a secção de "cocktails" era bastante diversificada, pelo que voltarei lá um dia destes para uma visita mais demorada. Quanto ao preço, não é o que se pode considerar económico, e eu diria até que é um bocado puxadote - duas pessoas não fazem a festa por menos de uma nota de 500, e se forem com muito apetite, pode chegar até a uma milena. Mas em compensação...


...levam um nougat junto com o cafézinho, além da simpatia do serviço, e o ambiente agradável, que inclui música russa e tudo. Recomendo que vão lá espreitar. Утвержденный! 


Filipino não entra


Na Rua dos Cules. Como é que isto se chama, mesmo? Ra...ro...ah! "Racismo", pois é.



Venezuela


Entristece-me, sinceramente, que num país onde vivem milhares de emigrantes portugueses e seus descendentes se dê prioridade a botar as culpas na inclinação política do regime. Triste e sujo.

Macaco & Cia.



Esta equipa do Canelas 2010 é um bando de criminosos. Não representam a cidade do Porto, nem de Gaia, nem nada. Não dignificam o futebol em particular e o desporto em geral, e num país decente estavam era todos presos. Tenho dito.



domingo, 2 de abril de 2017

Abril em Macau



Gibraltar


Eis La Linea dela Concepción, Andaluzia, e ao fundo vemos Gibraltar, "o rochedo", que é desde o século XVIII parte do Reino Unido. Imaginem só o que seria se as 30 mil pessoas que ali habitam precisassem de um visto para fazer as suas vidas normais, após o "Brexit".