sexta-feira, 10 de abril de 2015

Last year's model - the showdown


Ó gordo palerma, vai lá buscar os "direitos de autor" desta!

Tenho por vezes a fama de teimoso, ou de que não largo os temas, em alguns casos já muito alem da sua pertinência, mas o que fazer nos dias em que o Inferno são os outros? Assim tive no outro dia uma surpresa ao deparar com um comentário no artigo "Last year's model", da autoria de um tal Stephen Bennett, que ali expõe uma série de argumentos sem pés nem cabeça que culminam com aquilo que todo o verbatim anterior já vinha a indicar: ameaça e intimidação - a arma dos fracos e dos desprovidos de argumentos. Não sei com que tipo de pessoas está esta gentinha habituada a lidar, mas aparentemente devem obter algum sucesso com as alegações escabrosas e as interpretações ridículas da lei que produzem ao ponto de as conseguirem melindrar. Só que desta vez vêm bater à porta errada, e não por eu me considerar a azeitona mais fresquinha do pires, mas simplesmente porque não reajo bem a ameaças, nem a tentativas de intimidação, além dos mais sustentadas em argumentos risíveis - e isto porque tenho um sentido de humor que se pode considerar ecléctico, pois para a maioria, estas alegações provocam pena.

Portanto, segundo este indivíduo, o artº 5 do Código Deontológico do Jornalista vigente em Portugal é "uma regra não escrita". Fosse eu opiómano ou sonâmbulo e daria aqui o benefício da dúvida, mas posso garantir que não fui eu quem estabeleceu que os profissionais dos média têm o dever de atempadamente corrigir erros e imprecisões que venham a ser detectados no seu trabalho. De seguida, e antes da ameaça que cairia em saco roto aparecer, vem o desespero: as minhas motivações "têm uma origem mesquinha e vindicativa". Quem se der ao trabalho de ler os artigos, ou a resposta que dei ao comentário deste senhor, vai entender as minhas razões, mas em alguns casos, para que o faça recomendo que afaste do campo de visão a espuma da raiva que lhe sai da boca e que lhe chega até aos olhos. Para quem pensa simplesmente que "por mais verdade que seja, não devia ser dito", escuso-me a comentar além da óbvia incoerência que isto representa: se não tenho a legitimidade de denunciar o que já provei para lá de qualquer dúvida, então ninguém a tem para comentar seja o que for: homicídios, velhinhas que não vendem flores a casais "gay", tudo o que requeira a aplicação de um juízo pessoal e envolva outras pessoas.

E já que falamos de motivações, vejamos qual será a do sr. Bennett, que sediado na Austrália, e deduzindo que não terá os conhecimentos da língua portuguesa suficientes para poder emitir uma opinião imparcial quanto ao assunto, basta fazer uma pequena pesquisa e logo se determina que é o "cavalheirismo" que o leva a meter o bigode de piaçaba em tão altas cavalarias. O sr. Bennett é "amigo" de Rodily Vilches, a farsante que na tal reportagem se faz passar por pobrezinha, mas que na rede social Facebook se auto-intitula "top model", completando o seu "personagem" com a soberba própria que seria de esperar de alguém com esta descrição. As minhas alegações chegaram a ser refutadas com o argumento de que alguém que se diz "modelo profissional" pode mesmo assim estar a passar por dificuldades. Certo, não duvido desse (mesmo assim improvável) cenário, mas posso ir adiantando, e com conhecimento de causa, que a própria Rodily Vilches teria uma reacção negativa a essa presunção: é coitadinha quando se proporciona fazer esse papel, mas é a maior do mundo e arredores quando encarna a personagem de "top model" - nesse papel, e passo a citar, "tem fotos publicadas em revistas do Reino Unido". Se com esta "fita" - e nem consigo pensar noutra palavra para descrever o seu comportamento - consegue ludibriar quem se encontra em Macau, o que dizer do sr. Bennett, que se encontra na Austrália, e só a conhece pelo Facebook? Mais do que um "cavalheiro" trata-se aqui de um pateta alegre, que numa tentativa torpe de me intimidar, produz uma interpretação muito pessoal da lei dos direitos de autor, algo que nos leva a dar graças pela existência de instituições que permitem que não seja "lei" tudo o que um maluquinho qualquer julga estar correcto, e que sirva os seus delírios e pretensões megalómanas.

Na sequência desta presunção, o mesmo indivíduo (suponho eu) encaminhou o artigo para um tal Richard Kasica, autor das imagens da sessão de fotografias que serviram para ilustrar o referido artigo por mim publicado em Fevereiro. Felizmente para todos, e sei do que falo, a legislação que regula os direitos de autor não foi feita a medida da "obra", se assim lhe podemos chamar, do sr. Kasica, cujas interpretações jurídicas se revestem de uma capa de fantasia, e até de algum autismo regressivo, sendo a sua única formação neste departamento dada por afinidade: a sua irmã presta aconselhamento jurídico a pessoas que são indiciadas por maus tratos a animais pela RSPCA - Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals, em Inglaterra. Causa mui nobre, diga-se de passagem. Talvez todo este ADN jurídico que por ali anda tenha levado ainda o sr. Kasica a abrir um grupo no Facebook onde pobres empregadas domésticas vítimas de abusos da parte dos seus empregadores pudessem expor os seus casos - a ele, portanto, que não sendo uma autoridade propriamente dita, "é a mesma coisa". Estranhamente o Facebook fechou-lhe essa página, mas com toda a certeza que não terá sido pela pelo carácter delatório e fraudulento da mesma - não senhor, o homem é um santo.

Enquanto não obtém licença para a prática da advocacia, o sr. Kasica ganha a vida como técnico de imagem e som (ou algo que lhe valha) num conhecido espectáculo de um dos casinos do território, que não menciono por não merecer ser mencionado como tendo qualquer ligação a este individuo. Antes havia exercido as mesmas funções no circo de Moscovo - se bem que aqui tenho as minhas dúvidas quanto ao seu papel - mas é isto que consta do seu currículo profissional, acessível a qualquer pessoa que digite o seu nome num motor de busca da internet.

Apesar de ser muito possível que ele pense o contrário, a lei dos direitos de autor não salvaguarda esta informação que ele faz questão de tornar pública, tal como fez Rodily Vilches com as imagens da sessão fotográfica, e depois eu próprio através do artigo. Imagens essas por ela tornadas públicas SEM MENÇÃO alguma da origem ou da putativa reserva aos direitos de autor das mesmas, usadas sem fins comerciais - irrelevante para aquilo que segue (se fosse para falar bem de certeza que não se levantava a celeuma). Além da sua profissão, o sr. Kasica tem como "hobby" a fotografia, nobre actividade, sim senhor, que leva a cabo de forma amadora, publicando os seus trabalhos em medias destinados ao efeito, como outros amadores tal como ele fazem. E depois? É neste âmbito que se dá a entrada em cena desta tal Rodily Vilches, que apesar de se auto-intitular "modelo em free-lancer actualmente sediada em Macau", encontra-se no território com o título de trabalhador não residente (TNR), que como devem saber, não inclui a modalidade de "modelo" - e sabem, pois foi o tema daquela fabulosa reportagem onde ela foi ironicamente "modelo" das pessoas que passam por dificuldades em Macau, e cuja minha única intenção, e primeiro discretamente, foi a de fazer ver à profissional em questão que este não era um bom exemplo para ilustrar o tema da reportagem. Debalde, como a este ponto já ficou mais que assente.

Mas como é que Rodily Vilches, com aquela tromba equestre, vai parar a "modelo"? Ora bem, ela e muitas outras são "modelos" que "trabalham" (ele chama a isto "trabalho") com o tal Kasica, e o produto desse "trabalho" pode ser visto aqui na sua página. Na página do seu estúdio? Não, ele não tem qualquer estúdio, nem qualquer ligação com qualquer agência de modelos ou revista, e como já referi nem sequer é fotógrafo profissional! Então como é? Simples: as meninas, praticamente todas elas empregadas domésticas ou empregadas de mesa com pouco mais de um metro e meio, trinta ou mais anos de idade e nenhuma formação anterior como modelo tiram fotografias para o cavalheiro, em muitos casos nuas ou semi-nuas, e ele publica-as na sua página com o respectivo contacto, e depois é só esperar que a Casa Armani ou a D&G vão ali àquela mina de ouro buscar material. Vêem como é fácil? E têm ido, sim, imenso. Em sonhos.

Agora estarão a pensar algumas daquelas pessoas cujo raciocínio é tão básico que até dá pena: "ó Leocardo que maldade a tua, pá; o senhor está ali a dar uma oportunidade para que as meninas realizem um sonho". O tanas, é que ele está, e se acreditam que é mesmo assim, o que estão à espera para mandar lá as vossas filhas, caso tenham? Hoje nudinhas ali na página do gordo psicótico, amanhã na capa da Vogue, não é assim? E não se preocupem, pois segundo ele e a sua interpretação "fantabulástica" da lei dos direitos de autor é "completamente impossível" alguém retirar aquelas fotografias e dar-lhes outro uso (punheta?) que não o de dar início a uma brilhante carreira nas "passerelles", pois, pois. Até o botão de "Print Screen" se avaria, tal é a "protecção" que o tipo dá às imagens. Então, essas filhas vêm ou não vêm? Não? Porquê? Parece suspeito? Uma daquelas coisas que se vêem em predadores sexuais e afins? Nããããooo...que é isso? E em alternativa, não têm uma empregada que esteja cansada de esfregar sanitas e queira uma carreira de modelo? Ai também não, pois o estatuto de TNR obriga-vos a ser responsável por elas, obrigação essa que se estende além do período em que trabalha na vossa casa, e por isso elas são obrigadas a dar-vos satisfações quanto ao que fazem com as suas vidas? Ahh....o Leocardo é um gajo mau como as cobras; até foi ele que redigiu as leis e tudo, só para chatear.

Como já disse mais acima, tinha deixado o tema de lado, até me começarem a ameaçar com merdas, e daqui devolvo a ameaça toda condensada e embrulhadinha para que a possam enfiar nos respectivos kus&konas, conforme vos der mais jeito, entenderam? Na hora de comer batatinhas, ganhar prémios ou armar-se em Kate Moss, "ai que bonitinho, olha para elas, que grande par de tomates, até parecem pessoas". Na hora de serem confrontadas com a MERDA que fizerem, mandam lá o macho, o tio, o avô e a família toda, que até parecem os ciganos, a pedir satisfações ao mauzão do Leocardo. Se for preciso, processem-me, pá! Já estou a ver: "Ó sr. dr. juíz, o Leocardo está para ali a dizer a verdade e a juntar provas que sustentam o que ele diz, e isso faz-me parecer mal, e não me deixa prosseguir o festival de cabotinagem que venho levando a cena". E vamos ficar por aqui? Espero que não, porque sabem uma coisa? Isto diverte-me.



2 comentários:

Richard Kasica disse...

Interestingly enough. your readers will note that all your photos dissipated. I wonder why? Possibly the owner decided that this "journalist' had broken the law, by illegally using photos he did not own, Subsequently take down notices were issued to the service providers Facebook and Blogger. And guess what the person who quotes journalistic law found he had breached it and subsequently his blog no longer has the interest it once had :-)

Leocardo disse...

I'm not a very religious person, and matter of fact i'm agnostic, but today I feel there is a God, yes, and He has blessed me with this bountyfull, for He is the good God in the Heavens.

This is the ultimate evidence of your delusion and derranged lunacy. I'm not trying to insult, I would actually feel sorry for you, but then I think: this good God have sent me a sign, and I must preach, show you the light, and guide trough the path of righteousness, which was recently renovated and widened in order to receive your ample frame. Now that I think of it, this plus the proportionate inversal masculinity must be the reason of the lack of confidence and subsequent inferiority complex that lead you to that megalomania, which you developed as a defence mechanism. But today Freud can take a hike. The good almighty Lord have blessed me. Tomorrow or Saturday pass by this "abbandoned" and "uninteresting" place and learn a little more about yourself. Oh yeah, Rodily was BEGGING me last Sunday to "stop attacking her" (ie exposing her fraudulent persona) which I take as (another) desperate measure? She might think I'm "attacking" her again and this time unprovoked. Since I have blocked her, please explain her it was all your idea ;)

May the Lord be with you, my son.