quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Monjardino baba-se


O presidente da Fundação Oriente admitiu nunca ter imaginado que as receitas do jogo em Macau atingissem os valores actuais, mas salientou que o acordo negociado pela administração portuguesa em 1986 era "muito significativo" em termos financeiros.
"Nunca pensei que Macau chegasse aos níveis de receitas que hoje são apuradas, mas as condições eram diferentes e a China, a grande responsável por este crescimento, não era nada do que é hoje", disse Carlos Monjardino à agência Lusa em Macau, onde o responsável se encontra.
Em 2007, o sector do jogo registou uma receita bruta de 83.800 milhões de patacas, facturando no último trimestre mais do que nos 12 meses de 2002 e registando um crescimento de 46 por cento face a 2006.
Em 1986, quando integrava a administração portuguesa de Macau, Carlos Monjardino negociou com o magnata dos casinos Stanley Ho a revisão do contrato de jogo que a Sociedade de Turismo e Diversões de Macau (STDM) deteve, em exclusivo, até 2001.
O presidente da Fundação Oriente, instituição que foi criada com fundos da STDM no âmbito dessa revisão do contrato de jogo, recordou que, na altura, as receitas do jogo de Macau "não eram apenas impostos sobre o sector pagos em dinheiro", mas também "investimentos em infra-estruturas como o aeroporto, porto, ponte, túnel da Guia", que vieram a ser construídos.
"Talvez um dia alguém me consiga ajudar a apurar a realidade de então porque sempre tive alguma curiosidade, embora sem a conseguir satisfazer, de ter uma ideia concreta sobre o que representava, pelos impostos pagos e pelos investimentos, o contrato que foi efectuado em 1986", disse Monjardino.
Com as condições de 1986, a administração portuguesa decidiu reduzir alguns impostos, mas Carlos Monjardino entende que "se as receitas do jogo continuarem a aumentar, em matéria de impostos Macau poderá vir a reduzir, senão abolir, alguns tipos de impostos".
Carlos Monjardino disse ainda que as receitas do sector do jogo tiveram um forte aumento devido às mudanças na China, ao aumento do poder de compra dos cidadãos do continente e a uma maior abertura da sociedade chinesa.

In Ponto Final

5 comentários:

Anónimo disse...

Esse Monjardino devia estar calado e ter vergonha do que fez em 1986. Página negra da nossa administração.

Anónimo disse...

OU MUN TERRA DE MIL ENCANTOS...
Acabou de ser proferida a setença que atira um dos membros da Administração desta terra para trás das grades por 27 anos, e ainda não vi qualquer comentário dos anónimos que por norma "picam o ponto" neste simpático blog.
Deve ter sido do choque, ainda não acordaram, ainda não perceberam que os 27 anos aqui se traduziriam numa bala na China, porém mal o Dr. Monjardino, botou faladura, logo se apressou um "patriota" a puxar da "imaginação" para recordar os tempos negros da nossa administração. Meu caro anónimo... até o Au Kam Sam, em plena Assembleia já disse à boca cheia o que foi a nossa administração comparada com a que temos agora, mas é muito mais fácil deitar abaixo os portugueses, afinal debaixo das nossas leis e mentalidades e ao abrigo da democracia podemos dizer toda a parvoíce que entendermos desde que seja contra nós Portugueses. Nisso somos os MAIORES.
Tenha um bom fim de semana.

Vitório Rosário Cardoso disse...

Mas que grande Anónimo! Assim é que é falar!

Vitório Rosário Cardoso disse...

INFELIZ O POVO ACRÍTICO QUE IGNORA

A SUA HISTÓRIA,

DESPREZA OS SEUS HERÓIS E

MITIFICA A MEDIOCRIDADE

Anónimo disse...

Eu estou-me nas tintas para o que os chineses entendem fazer. Se são corruptos, se levam com a bala nos cornos, se vão para a prisa 27 anos não quero saber. O que eu tenho é vergonha de ver portugueses impunes ao longo dos tempos por terem sacado os milhões que quiseram desta terra deixando sempre os mais fracos na merda. Mamaram e continuam a ser os grandes senhores. Corruptos é que deviam ir para a prisão como agora disse lá em Portugal o bastonário dos advogados. E este Monjardino continua em Portugal a abrir casinos para o seu amigo Ho e isso faz-se sem luvas? O meu desprezo para o anonimo de 31 das 22.11