sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

One night in Bangkok


O incidente no Santika, em Bangkok, levanta de novo a velha questão: até onde pode ir a corrupção e a falta de escrúpulos? Sei que alguns leitores acham que tenho qualquer coisa contra a Tailândia (mentira) e contra os tailandeses (mentira maior ainda), e não vou usar esta tragédia para fazer qualquer espécie de "eu não disse?", porque isso além de ser ridículo, uma tragédia deste tipo podia acontecer noutro sítio qualquer. O problema é que aconteceu ali.

Quem é responsável por isto? A quem as famílias das vítimas vão pedir contas? Como é possível que um recinto com capacidade para 400 pessoas tenha apenas uma saída com menos de dois metros de largura? Quem faz as vistorias e emite as licenças? Em mais este triste episódio de "expreme o povinho", chego a pensar que a pagar, permitiam pessoas até no telhado no edifício. E depois quem se lembrou de detonar fogo de artifício dentro de um recinto fechado? Nunca passei o ano na Tailândia, mas será isto normal? É tradição ou quê?

Quando falo de temas relacionados com o desleixo e a devassa que grassam na Tailândia, alguns leitores gostam imediatamente de fazer comparações com a China. Ora bem, nos casos dos edifícios que ruiram no terramoto de Sichuan e no caso do leite contaminado com melamina, ora foram apurados responsáveis, ora a população pode manifestar a sua revolta e o seu repúdio. E neste caso, que não é o primeiro do género? Vai ser outra vez o "come e cala", ou melhor ainda, o "quem não gosta não coma"?

As razões que me levam a não gostar de passar férias na Tailândia prendem-se com o facto de achar o meu tempo e dinheiro mais bem empregues noutras paragens do Sudeste Asiático. Durante estes anos viajei por praticamente toda a Ásia Oriental (falta a Mongólia, Laos e Coreia do Norte). Confesso que adoro a comida tailandesa, as praias, sim senhor, os miúdos e a mulher adoram, mas fico simplesmente farto dos expedientes que algumas pessoas sem escrúpulos arranjam para conseguir dinheiro em troca de um serviço de péssima qualidade, ou em muitos casos por serviço nenhum. E este último chama-se "roubo", pura e simplesmente.

Mas o que me irrita mesmo, e peço desculpa, mas não consigo fechar os olhos, é a anarquia reinante no país. É praticamente impossível andar em Bangkok sem se ser aliciado por taxistas, motoristas de tuc-tuc, vendedores da banha da cobra, e até pelas próprias autoridades, que são cúmplices nos inúmeros esquemas da "caça ao turista". Em Pattaya e nas restantes estâncias balneares é impossível virar a cara sem se deparar com os pederastas e afins que ali encontraram o seu paraíso, os turistas bêbados e outros malandrins que se divertem a fazer noutro país o que a lei não lhes permite no seu. É tudo uma questão de respeito. Não sou um púdico nem um santo, mas não gostava que Portugal, por exemplo, fosse o urinol da Europa, pousio de toda a espécie de depravados e maníacos.

O que mais me aflige é a pobreza, a miséria, e a humilhação a que este povo se sujeita. Num país que devia ser próspero, rico em recursos naturais, que nunca foi colonizado (nem tem essa desculpa) a população devia poder viver um pouquinho melhor sem precisar de vender o corpo para poder comer. Vigora uma monarquia absurda, medieval, em que a realeza usufrui de todos os benefícios, riqueza, faz o que lhe apetece, manda parar o país para satisfazer os seus caprichos, ora em cerimónias de aniversário ou de luto ridículas. Existe um crime de "lesa majestade" absolutamente arcaico e retrógado. Basta ver como estalou o verniz quando o ex-PM Thaksin insinuou em pleno parlamento que "se calhar o país funcionava melhor se fosse uma República". É o reino das bananas.

Os meu bons amigos António Cambeta e Miguel Castelo-Branco, que residem na Tailândia a maior parte do ano por motivos pessoais ou profissionais podem não concordar com tudo o que aqui digo, ou até estranharem estes "maus fígados", mas certamente compreendem o meu ponto de vista, e até aposto que gostavam de ver este estado de coisas mudado para melhor. É simplesmente inadmissível pensar que uma grande parte dos tailandeses vive bem e está contente. Quem acredita nisto é demasiado egoísta, só consegue olhar para o próprio umbigo e para o seu prazer e satisfação pessoal. E na cotação do baht, claro.

E esta é a minha opinião. Quem não concorda continue a visitar, que se divirta muito e que passe umas férias de sonho. Longe de mim desejar mal a alguém. Que continue a comprar os pacotes de viagem, que as agências do território sempre se habituaram a "empurrar" à frente de outros quiçá bastante mais interessantes. Porque será que a Tailândia tem tanta "saída" nas agências de viagem?. Se calhar são os agentes de viagens que me atacam simplesmente por ter uma opinião que diverge da generalidade, porque estou a fazer mal ao negócio. Mas eu pessoalmente prefiro outras paragens. E não, ao contrário de algumas bocas foleiras, nunca apanhei nenhum travesti, pois viajo sempre em família e não solicito favores sexuais. Quem o fez e aí então apanhou um "ladyboy", azar. Melhor sorte para a próxima.

10 comentários:

ANTONIO CAMBETA disse...

Estimado amigo Leocardo, em muitos pontos em que faz referência concordo plenamente consigo. A Tailândia é um país corrupto, bem o resto já disse, pois eu não poderei dizer nada sobre a realeza.

É pena que assim seja, mas enfim, como referiu o país é lindo cheios de recursos naturais, eu tenho feito imensas criticas em muitos aspectos da vida diária, mas a minha vóz cai em saco roto.

Seria bom que tudo muda-se para melhor para o bem de todos.

Um abraço amigo

Anónimo disse...

Recentemente em Schenzen houve uma tragédia semelhante e foram punidos os responsáveis

Anónimo disse...

O Leocardo não precisa de se preocupar com o clube dos amigos da Tailândia, que esses ainda estão a engolir as férias que tiveram que cancelar este ano devido aos tumultos sociais e políticos.

Anónimo disse...

Aconselho o Léo a consultar algumas estatisticas.
Excluindo os chamados dragões asiáticos ( HK, Coreia do Sul, Taiwan e Singapura, para alem do Japão) a Tailândia é o pais asiático onde melhor se vive, juntamente com a Malásia.
E Macau também, claro.
Tomara o chinês médio ter o nível de vida que tem o tailandês médio.
O Léo nunca deve ter andado pela China profunda.
Só deve ter ido a sítios tipo Shenzhen ou Shanghai, senão ficaria tambem impressionado com a miséria do camponês chinês médio, que constitui ainda cerca de 70% da população da China.
Quanto a corrupção e esquemas para sacar dinheiro ao turista, existem lá como existem na Indonésia ou na China e outros paises.
Se o Léo nunca foi aldrabado como turista na China, então deve ter ido lá sempre bem protegido e com as costas bem quentes.
E quanto a prostituiçao, isso é melhor nem falar.
É so ir a qualquer discoteca de qualquer cidadezinha na China e passar pelas rua com inumeros "cabeleireiros" e casa de massagens que toda a gente sabe que tipo de serviços é que ali se prestam.
E tudo com a protecção das autoridades.

E a monarquia na Tailândia é uma monarquia constitucional, onde o rei reina, mas não governa.
Não estamos a falar de emiratos no Golfo Pérsico onde vigoram monarquias absolutistas que sacam para eles todo o dinheiro do petróleo.
Não sou monárquico e realezas é coisa que não me dá grande tusa. Mas se o povo tem essa devoção pelo rei acho que isso deve ser respeitado.
E já agora a Grã-Bretanha também parou com a morte da princesa Diana, e cartamente irá parar com a morte da rainha Isabel.
Será qua a Grã-Bretanha é por isso um pais medieval e arcaico?
Antes devoção por um monarca constiticional, que reina mas não governa, do que devoção pelo Kim Jong Il, Hitler ou Mao Zedong.

Muito do que o Léo diz até é verdade, mas o problema e que só o diz acerca da Tailândia quando há paises onde acontece o mesmo, ou até pior.
E já que este post surgiu acerca de um incêndio numa discoteca, é só ver o numero de incêndios em discotecas em Shenzhen, incêndios em dormitórios de fabricas em Dongguan, ou um que me recordo perfeitamente de uma escola onde morreram varias crianças, numa aldeia da China profunda em que o edificio para além de escola também servia de depósito de material pirotécnico.

Em conclusão, o que se pede ao Léo e que não tenha dois pesos e duas medidas nas suas críticas.

Mas já deu para ver que isso é impossivel.

Anónimo disse...

Em resposta ao anonimo das 23:09, eu nao cancelei ferias nenhumas e tive umas ferias optimas de Natal nesse maravilhoso pais onde nunca me canso de ir.

Leocardo disse...

Anónimo das 23:13, obrigado pelo seu comentário, que gostei muito, mas permita-me que rebata alguns dos seus pontos.

1) Dongguan, Shenzhen e outras localidades da China não são "locais paradisíacos de férias" que se vendem em agências de viagens de todo o mundo a famílias inteiras de todos os quadrantes e origens.

2) Eu é que lhe pergunto: já andou pela Tailândia profunda? A que não aparece em pacotes de viagens? Deve haver mais pobreza na China, claro, o que só é perfeitamente normal quando comparamos um país de mais de mil milhões de habitantes com outro com apenas 63 milhões. Sabe onde também há muita pobreza? Na India, que por acaso é uma democracia plena.

3) Permita-me que discorde quando diz que "o tailandês médio vive melhor que o chinês médio". A Tailândia ocupa o 83º lugar no ranking do rendimento per capita, e a Chna o 105º. A diferença não é assim tão gritante, especialmente atendendo ao tal factor população. Fosse a população da China igual à da Tailândia,e tinhamos os chineses em primeiro lugar.

4) Não fui à China com "costas quentes" coisa nenhuma. Curiosamente a China é um dos locais mais seguros que tive oportunidade de visitar, e já estive no norte, no sul e no interior (até no Tibete!). Os únicos países onde tenho razão de queixa são, além da Tailândia, as Filipinas e a Indonésia. Mesmo assim na Indonésia não foi muito mau.

5) "E quanto a prostituiçao, isso é melhor nem falar.
É so ir a qualquer discoteca de qualquer cidadezinha na China e passar pelas rua com inumeros "cabeleireiros" e casa de massagens que toda a gente sabe que tipo de serviços é que ali se prestam". Diz muito bem. Isto quando se compara com o que se passa na Tailândia, onde a prostituição e a pedofilia andam por toda a parte, à frente de toda a gente e em plena luz do dia, não é nada.

6) A questão da monarquia é interessante. A princesa Diana faleceu, fez-se luto e cerimónias de homenagem de uma forma natural e sem obrigar ninguém a nada. Quando a princesa Margarida faleceu em 2002 praticamente ninguém reaprou, nem se paralizou o país à conta disso. No Reino Unido é permitido criticar abertamente a monarquia e os seus intérpretes, agora na Tailândia...Comparação muito, muito fraquinha.

Já agora, confira este link: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_the_wealthiest_royals , onde se vê que o rei Bhumibol é o monarca mais rico do mundo, à frente dos reis dos Emirados e da Arábia Saudita, e do sultão do Brunei. Se for como o outro, que não acredita na Wikipedia, tem o link da Forbes logo em baixo.

Cumprimentos

ANTONIO CAMBETA disse...

De novo passei pelo seu interessante blog e vi os comentários postados.
Da minha experiência que tenho da Tailândia, não como turista mas sim residente e já fez mais de 35 anos, direi que o povo tailandês vive bem melhor quer o povo chinês.

Qaunto à monarquida bem isso é um aspecto em que a maneira de ser e de estar de um povo assim o deseja, porém ta,bém não concordo com os que nos impingem diarimanete nos canais da tv sobre a monarquia, nem tão pouco com com a propaganda e gastos exorbitantes, mas enfim!...

A Tailândia pata quem vive o seu dia a dia se depara com imensos problemas, quando falta a energia electrica que é uma constante em Bangkok, falta de seguida a água, em termos de educação, as entardas para escolas secundárias é dificl e para tal tem sempre que se pagar algo, nada barato, diga-se em abono da verdade.

Sobre a pedofilia, nesse campo discordo, pois o governo combate essa prática a 100%, até através da internet.

Prostituição, não será necessário fazer comparação com a China, pois atemos em larga escala aqui mesmo em Macau.

A corrupção na Tailândia atigem níveis que para um turista nem se apercebe disso.

Quando ao trânsito em Bangkok só quem lá vive sabe as dificuladades porque passa, visto que muitas zonas sinais de trânsito não existem e lá vem a lei do desenrasca.
Através do Bangkok Post do qual sou leitor assiduo, tenho escrito uma boas verdades, mas '
e assim já!...

Falar sobre a monarquia na Tailândia é perigoso, como tal nesse campo me abtenho de falar.

Macau, hoje em dia é bem diferente dos anos 70 ou 80, já para não recuar-mos mais no tempo, aqui as barbeariasd, casas de massagens, restaurantes e outros locais não eram mais que locais de prostituição autorizada (camuflada) mas que todos sabiam.

Eu conheço a Tailândia a 100%, porém o mesmo não poderei dizer da China, pois o longe que fui foi a Toi Shan.

Anónimo disse...

Vamos por partes:

1)Shenzhen e Dongguan não são destinos de férias, de facto.
E depois?
O que é que tem a ver uma coisa com a outra?
Se você diz que a China é dos destinos mais seguros que viajou, olhe que as condições de segurança das discotecas e restantes edifícios não são melhores.
Além disso Shenzhen recebe montanhas de turistas da China e turistas de fim de semana de HK. E não só.

2) e 3)Você diz que a China só não está melhor no ranking do que a Tailândia devido a população.
É o mesmo que eu dizer o disparate absoluto de que a Tailândia não está melhor do que a Taiwan ou Singapura devido á população.
A Tailândia está bem melhor que o Vietname ou as Filipinas, paises da zona com população semelhante.
Isto para não falar do Japão cuja população é cerca do dobro da da Tailândia e que segundo o seu argumento deveria estar abaixo da Tailândia no ranking.
Um argumento infeliz, deixe que lhe diga.
E já que você não gosta de democracias ( mas parece gostar da da Inglaterra, onde se pode criticar a monarquia), olhe para esse ranking e dentro dos paises mais desenvolvidos compare quais são democracias e quais são ditaduras.

4)Eu tambem já fui á China profunda e a alguns sitios remotos do norte da Tailândia.
Não tive razões de queixa em nenhum sitio.
Acho a Ásia um dos sitios mais seguros para viajar.
Mas pronto, cada um tem a sua experiência.
Nunca fui assaltado, ou roubado, mas já me quiseram aldrabar atraves de esquemas tanto na China como na Tailândia, Filipinas ou Vietname.

4)e 5)Existe prostituição em toda a Ásia.
Se a situção é má na Tailândia, não me parece que seja pior que nas Filipinas ou no Camboja.
E em Bangkok não vejo mais putas nas discotecas do que vejo em Shanghai ou em Shenzhen.
Na China, tal como em Macau, a coisa é feita mais discretamente, mas apenas isso.
Os governos da Tailândia e das Filipinas tem-se esforçado bastante para combater a pedofilia e o novo paraiso dos pedofilos tem sido o Cambodja ou até mesmo o Vietname, com um regime irmão daquele que você tanto venera.

6)Na Tailândia não e permitido criticar a monarquia assim como na China não é permitido criticar o governo, coisa em que você é um aluno muito bem aplicado.
Acho mais útil criticar o governo que nos (des)governa do que criticar uma instituição que é apenas um simbolo nacional, como a bandeira e o hino.
E mais uma vez digo que não sou monárquico e que não ligo muito a realezas.
E consultei o link que me disse.
E reparei que as " sources of wealth" ( as que aparecem) dos monarcas dessa lista são todas controladas por eles proprios.
Com excepção do monarca tailandês em que a fortuna é controlada por uma agência governamental.
Talvez isto na prática não faça tanta diferença, devido á corrupção existente, mas faz diferença em termos de princípio, pois mais uma vez repito, a Tailândia é uma monarquia constitucional, ao contrário do Brunei e de países do Golfo Pérsico.

Anónimo disse...

Meus amigos, o Leocardo é uma pessoa inteligente e eu não acredito sinceramente que os disparates que ele diz neste post tenham sido seriamente reflectidos pelo autor.

Querem saber a minha opinião?
O Leocardo dava um excelente gestor de marketing.

A forma como ele gosta de lançar estes tópicos polémicos de vez em quando, simplesmente para atiçar e espicaçar os leitores, fomentando assim a discussão em tempos de alguma monotonia na secção de comentários é sem dúvida notável.

Faz-me lembrar os Gatos Fedorentos que numa entrevista recente, admitiram também terem um conjunto de sketches sobre assuntos controversos para lançar em alturas quando as audiencias estivessem a descer.

Aqui não me parece que os leitores estejam a diminuir, portanto para quê apostar nestes posts parvos e sem cabimento nenhum?

É preciso ter muita imaginação para associar um incendio numa discoteca em Bangkok com a pedofilia, as aldrabices de rua e aos turistas, a fortuna do Rei da Tailandia, e depois ainda comparar com exemplos como o terramoto de Sichuan.

Não concordam comigo? Então querem um exemplo?

Em Agosto do ano passado houve um enorme incendio numa discoteca/karaoke em Mong Kok (HK), com contornos muito semelhantes a este, onde até morreram dois bombeiros.
Vejam a objectividade do post da altura:
http://bairrodooriente.blogspot.com/2008/08/horror-em-mong-kok.html

Agora comparem com este na Tailandia.

Como disse e muito bem o anónimo das 23:13, o que se pede ao Léo é que não tenha dois pesos e duas medidas nas suas críticas.

Pelo menos de forma tão descarada...

Leocardo disse...

Tem razão o Lucio. Rebentar fogo de artifício no interior de uma discoteca é perfeitamente legal e normal, e nada tem a ver com as outras maluquices que acontecem na Tailândia. Aliás ainda ontem aqui em casa rebentei uns panchões, e deixei umas latas de insecticida dentro do micro-ondas ligado para dar um efeito mais espectaculares. Também é normal que discotecas com capacidade para 400, 500 ou mil pessoas tenham apenas uma saída com menos de dois metros de largura. Peço imensa desculpa pelo enorme descabimento.

Quanto à primeira parte do post, nem eu imaginava ser um génio deste calibre. Obrigado. Só que ao contrário dos Gatos, aqui as "audiências" não significam nada na minha conta bancária. É pena.

O que eu quis fazer aqui foi demonstrar o porquê de algumas afirmações que fiz em relação à Tailândia e que foram mal compreendidas. É a minha opinião, e o facto de eu não gostar de lá ir não implica que vá estragar as férias à malta que lá vai pois não? A opinião do Leocardo não vai afectar o PIB tailandês, pois não?

Um dos comentadores foi levantar a questão "do tailandês médio viver melhor que o chinês médio". Não fui eu quem levantou essa questão. Mesmo assim o teor dos comentários foi bastante mais leve que os anteriores. Assim dá gosto debater e trocar ideias.

Obrigado e cumprimentos.