terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Chavez apoia o terror


Numa altura em que se junta com os seus co-caciques amiguinhos sul-americanos para celebrar o 10º aniversário da sua tomada de poder, o déspota Hugo Chavez continua a promover o seu culto da personalidade através de discursos inflamados, onde apela à sua eternização no poder, e a espalhar a anarquia e o primitivismo pela Venezuela. Na última sexta-feira à noite em Caracas 15 homens armados invadiram uma sinagoga, o templo religioso dos judeus, que o vandalizaram, pintaram insultos nas paredes, destruiram objectos de culto, roubaram computadores e documentos. A este estado de sítio não é alheio o facto de Chavez ter expulsado o embaixador de Israel da Venezuela, como retaliação à ofensiva israelita em Gaza. Isto decidiu completamente sozinho (ou com o apoio da sua corja, o que vai dar ao mesmo), à margem de qualquer lei ou qualquer convenção internacional. Chavez quer, pode e manda, e com esta atitude demonstra que apoia o terrorismo do Hamas, ou então é tão teimoso que odeia qualquer coisa desde que os Estados Unidos, o seu inimigo de estimação, apoiem.

5 comentários:

Anónimo disse...

Caro Leocardo,

Cá estou eu a dar a mão à palmatória e a reconhecer que opinei de forma errada num post anterior quando referi que não opiniva sobre estas bestas.

Bela posta (como todas as outras), apesar de eu discordar em algumas delas. Continue (a postar como bem entender) que fazem falta pessoas como você que apresentam argumentos com base (ainda que de alguns deles eu discorde)

Obrigado.

Cumprimentos

Anónimo disse...

O Hamas é um movimento terrorista, espalha terror. E Israel é o quê? Mata, chacina, destrói, muito mais que o Hamas, logo é o quê?

Anónimo disse...

Não quero colocar nenhum obstáculo na sua campanha anti-Chavez, mas devo informá-lo que o Chavez condenou esse assalto à sinagoga.
Quanto à vandalização das instalações, devo lembrar-lhe o quanto de chocante foi feito em vários edifícios em Gaza pela tropa israleita, com inscrições de ódio racista, ao mesmo tempo que 400 crianças eram mortas. Mas cada um vê aquilo que quer ver, já se sabe...

Anónimo disse...

"...ou então é tão teimoso que odeia qualquer coisa desde que os Estados Unidos, o seu inimigo de estimação, apoiem."

Tendo em atenção que a CIA já o tentou derrubar várias vezes, é natural que ele não morra de amores pelos americanos...

Anónimo disse...

Expulsar um embaixador e cortar relações diplomáticas constituem direitos soberanos de um Estado. A competência para praticar esses actos cabe, na generalidade dos países, ao respectivo Governo, que na Venezuela é dirigido pelo Presidente Chávez. Cortar relações diplomáticas com Israel e fomentar o ódio antijudaico só seriam a mesma coisa se cortar relações diplomáticas com o Irão e fomentar o ódio anti-chiita também fossem a mesma coisa. Duas confusões primárias!