sábado, 14 de junho de 2008

Bob Marley: one love?


Hoje durante um jantar falou-se de Bob Marley. Penso que de um modo geral podemos considerar que o jamaicano falecido em 1981, aos 36 anos, foi um dos maiores músicos de todos os tempos, e escreveu lindas músicas sobre a paz e o amor entre os homens. Quem não se lembra ou já ouviu temas como "Redemption Song", " No Woman no Cry" ou "Three Little Birds".

Já o caso muda de figura quando se fala de Bob Marley como homem ou pai de família. Teve 13 filhos de 10 mulheres diferentes, algumas que ficaram grávidas simultaneamente. Entre 20 de Abril e 19 de Maio de 1972 - ou seja, em menos de um mês - teve três filhos: um da mulher legítima, Rita, outro de Pat Williams e outro de Janet Hunt. O seu último filho, Makeda, nasceu 20 dias depois da morte do cantor.

Não sei se as senhoras não se importavam com esta situação, se recebiam elevadas contrapartidas, ou se isto tem a ver com a religião rastafari de que era seguidor. É certo que Bob assumiu sempre a paternidade das crianças, e talvez seja eu um pouco conservador, mas mesmo assim parece-me errado. O melhor mesmo é ficar pela música quando se fala de Bob Marley.

9 comentários:

Anónimo disse...

Pois eu acho que bem fez o Bob. Eu próprio, se tivesse o mesmo dinheiro dele, punha-me para aí a fazer filhos que nem um maluco e asssumia tudo. Onde é que está o problema?

Leocardo disse...

Não é preciso ter muito dinheiro, os porcos e os cães fazem o mesmo. Se eu tivesse um pai assim nem queria olhar para a cara dela. Mas pelo menos numa coisa o Bob não era hipócrita: não ia ao Domingo à missa comer a óstia e pregar sobre o princípio da fidelidade conjugal.

Cumprimentos

Anónimo disse...

Isacravel!!!!!

Que se "diarreie" a música que ele fez!

Ainda bem que morreu assim cedo, se vivesse mais uns anos, aumentavam as crianças infelizes deste mundo.....
e já há tantas!!!!!!

CONTRADITÓRIO disse...

Eu cá para mim quem tem de ter opinião sobre este assunto são as gajas e os filhos dele.
Provavelmente estão todos muitos felizes com não sei quantos milhões no bolso, uns por serem filhos dele e outras por emprenharem dele.
Como diz um amigo meu " one big and happy family".
E quando é assim, se está tudo contente, qual o problema?
Meus caros, vivam e deixem viver.

Anónimo disse...

Nem mais, Contraditório. Desde que assuma, com o dinheiro que tem, não há ali crianças infelizes, como alguns querem fazer crer. Crianças infelizes são aquelas que não têm nada para comer ou que são maltratadas pelos pais (alguns deles autênticos papa-hóstias hipócritas).

Leocardo disse...

Certo, sim senhor. Tudo o que eu quis dizer foi que acho um bocado badalhoco andar aí a fornicar a torto e a direito. E quanto às "crianças infelizes", não há registo de que o Bob tenha adoptado alguma. Quer dizer, sorry se tenho assim um bocadinho de moral...

Anónimo disse...

ser pai nao e' fornicar, produzir e deixar ao deus dara'

ser pai e' estar presente, acompanhar e preparar os rebentos pra' vida

qt ao dinheiro nem vale a pena falar...feliz dia do Pai ó BOB

Anónimo disse...

"É certo que Bob assumiu sempre a paternidade das crianças". Não é isto que está no post? Então, não era desses irresponsáveis que não assumem o que fazem. Quanto a "andar por aí a fornicar" ser badalhoco, cada um que fale por si. Têm todo o direito de seguir os vossos princípios morais, mas querer impô-los aos outros é que já é outra história. Para mim é tão badalhoco fornicar com várias como sempre com a mesma, com a diferença de que sempre com a mesma é sem dúvida muito mais monótono.

Anónimo disse...

deve ser a culpa do Cristo coitado nao tinha pai
Tsambissane