domingo, 11 de dezembro de 2016

DAAARBAY!


De vez em quando gosto de falar do DAAARBAY! (Derby County F.C., para os não-britânicos) só para poder dizer DAAARBAY cada vez que ler isto a mim mesmo (não trabalho junto dos invisuais, portanto...). Mas o que há para falar do DAAARBAY!, esse clube da cidade que é unidade autoritária do condado cerimonial de Derbyshire?


Hmm...bem. Este é Nigel Pearson, que este ano começou a época no banco como treinador do DAAARBAY!, depois de um ano de inactividade. Antes disso havia levado o Leicester City de volta à Premier League, obtendo no ano seguinte uma manutenção "in extremis" - veio Ranieri a seguir e fez dos "foxes" campeões. 


O ar austero de Pearson transmitiu-se para a equipa do DAAARBAY!, que dada inicialmente como candidata à subida, ocupava à 14ª jornada um deprimente 21º lugar, mesmo acima da linha de água, e com o pior ataque do Championship. É lógico que Pearson foi fazer aquela cara de mete nojo para outra freguesia, e para salvar o DAAARBAY! o escolhido foi...


...Steve McLaren, um senhor com um ar mais digerível  - distinto, até, dando a impressão de ser primo da rainha, ou isso. Uma escolha que causou sentimentos mistos entre os adeptos do DAAARBAY!, mas passadas seis jornadas e um mês e meio depois...


...abre o cadáver! Eis que o DAAARBAY! ganha tudo, tudo mas tudo o que havia para ganhar, levando toda a gente à frente. Seis jogos, seis vitórias, 13 golos marcados (quase o dobro), e 2 consentidos (quase um sexto) valem uma subida de 16 posições na classificação, e dentro da zona dos "play-off" de acesso à Premier League. E além da (notória) melhoria no desempenho...


...McLaren conseguiu ainda promover alguns valores da formação do DAAARBAY! à equipa principal. Este na imagem com um aspecto de quem nunca fez a barba na vida nem teve acne, tem na verdade 20 (vinte) anos de idade, pasme-se. O seu nome é Charles Vernam, é médio-ofensivo e o melhor marcador da equipa de Sub-23 do DAAARBAY!. Tem um ar um bocado deprimente, eu sei, mas preparem-se para o que vem a seguir.


Este é Alex Cover, é defesa-central e tem 19 anos. Eu avisei. Finalmente...


Cameron Crosswell, 17 aninhos, ponta-de-lança. Tem mesmo pinta de quem acabou de vir do BAAARBER! em DAAARBAY!


Último jantar em Olongapo




Olongapo: I love the night life




Imaculada Conceição de Olongapo










A Judite e a Patricinha



A Judite descobriu que a Patricinha andou a portar-se mal, lá no Gabinete onde ela trabalha. Cheira-me que em 2017 há alguém que vai ter que vai ter que ir procurar outro poiso de onde reencaminhar e-mails anónimos de natureza difamatória. Ah sim, é verdade: isso é CRIME, também. "Temos pena".



sábado, 10 de dezembro de 2016

Bilbao Athletic atzera inprimaki irabaztea


Oso ona joko Bilbao Athletic taldeak eta inprimaki irabazlearen itzulera bat Cuco Ziganda taldeak sei partidak beranduago arabera. Aurkari Rayo Majadahonda, nor Lezama iritsi zen laugarren tokian, 4 puntuko abantaila lortu baitzituzten. Iñigo Kordoba dute lehen zatia eta Martin Bengoa denbora atsedenaldira B San Mamés, gizon bat abantaila bat izan duten Pablo Villalón ondoren 40 minutuan bidali got geroztik kanpoan txartel horia bikoitzen lehoiak taldeak golak. Bilbao Athletic dira orain denboraldi baterako Group 2 II "B" zatiketa, puntu bateko leku 5ean "play-off" lekuetatik ere.


Pôr do sol em Subic bay


Vai chegando a hora.



Weibo num só dia


Este é o número de novos fãs na rede Weibo só hoje (10/12), e já são centenas no total. Tudo por causa de um único post  (suponho). Parece que os passarinhos fritos são um prato muito apreciado lá pelo continente...


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Férias (aqui!)


公告


Em relação a certas alegações que têm vindo a circular e feitas de certa forma PÚBLICAS, gostaria de esclarecer desde já que são completamente falsas, absurdas e injuriosas,  estando já a decorrer o respectivo procedimento criminal. Aproveito ainda desde já para deixar claro que NÃO retiro queixas-crime, em circunstância alguma, pois isso seria pactuar com criminosos. Agora vou bazar para as Filipinas para umas curtas férias, até para a semana. 

PS: Só um pequeno "amouse bouche" para os mais curiosos: V. no. 2 do Art. 191 do CPM.


sábado, 3 de dezembro de 2016

O que as coisas são (e não como queríamos que fossem)



Gostava de começar por esclarecer mais uma vez aquilo que venho dizendo há anos, mas parece que custa a entrar em algumas cacholas mais duras. O Bairro do Oriente surgiu há exactamente nove anos e dois dias, e na senda do seu antecessor, "Leocardo", propôs criar um espaço de debate alternativo, fora do âmbito da imprensa local, que ao contrário deste espaço, rege-se por um código de conduta que não lhe permite muito do que se tem assistido por aqui. Nunca quis competir com ninguém, ou substituir seja o que for ou quem for, e nem sequer pedi um avo que fosse a ninguém por NADA. Vivo do meu trabalho, única e exclusivamente, e que é algo que deixo completamente de fora na hora de me dedicar a isto, que considero como que um "diário", por assim dizer. Cheguei ao ponto de ficar entretido a ler artigos com alguns anos de que já não me recordava, e outros há que me têm servido de referência para "posts" novos. Em suma: é a minha "cena", e tal, e nunca impus nada a ninguém, nem quanto à forma de pensar, de estar, de ser, tudo o que quiserem, cada um é como é, e não tenho nada a ver com isso. Ponto.

Dito isto, ainda me custa a entender que tipo de vírus informático é esse que leva pessoas que não simpatizam com o estilo, formato ou conceito deste blogue a virem até aqui, só para, enfim, agravar os males de fígado de que padecem. Quem não sabe fica agora a saber: eu não sou jurista, mas sou um curioso dos assuntos do Direito, e faço gosto em consultar legislação e ficar a par da mesma. Isto não se deve a nenhuma espécie de constrangimento, mas apenas porque gosto, pronto - isso também incomoda alguém, por acaso? Portanto, quem corre por gosto não cansa, e neste caso ainda fica a aprender alguma coisa, e se há algo que posso afirmar aqui e agora sem recear estar a dizer nenhuma asneira é o seguinte: se aquilo que escrevo interfere com a liberdade individual de alguém, insisto, faço questão, rogo que façam uso dos meios judiciais que tiverem ao vosso dispor.

A sério, digo isto com a maior calma do mundo, pois na elaboração deste blogue o meu único compromisso é com a verdade. Pode ser que haja quem "não goste", mas aí é como outra coisa qualquer - não coma. As citações que aparecem neste espaço obedecem ao mesmo critério que em qualquer outra publicação: foram tornadas públicas pelos seus autores. Não ando por aí a entrar na conta do Facebook, ou no e-mail pessoal de ninguém à socapa, e se não gostam daquilo que escreveram, bem, porque é que o fizeram, e pior, TORNARAM PÚBLICO, com um raio? Penso que todos concordamos que só alguém que não bate bem é que vai passar para texto e meter nas redes sociais tudo o que lhe vai na cabeça, e nem sei porque é que preciso de repetir isto vezes sem conta, mas a apreciação que faço É PESSOAL! É A MINHA OPINIÃO! NÃO É LEI, NEM EU SOU JUIZ, NEM POLÍCIA! Entendido? Porreiro, agora vamos lá falar a sério, pois parece que há gente a quem custa apreender muitos dos conceitos que acabei de elaborar.

Não me impressionam espectáculos de faca e alguidar, nem chiliques de divas, desmaios de esquizofrenia ou outros números de circo, nem fico ofuscado com o "barulho das luzes" - quem não deve, não teme. Quem quiser afirmar seja lá o que for num determinado contexto com a intenção de ser levado a sério, tem que PROVAR o que diz. Com provas, e não diz-que-disse ou meras suposições: PROVAS. E o que é "prova"? Aquilo que queremos que seja e achamos que deve ser? Não. O elemento prova é determinado unicamente e só pelos orgãos judiciais. Paciência, se calhar fazer a leitura da legislação seria mais producente do que passar o dia a ingerir pseudo-informação sobre uma realidade paralela qualquer. E como se deve proceder na eventualidade de existirem "provas" e querer apresentá-las? Bem, posso dizer como NÃO se deve proceder: tirar "selfies" e fotografias de alegados infractores e andar a publicá-las em tempo real nas redes sociais, contendo texto onde se AFIRMA aquilo que compete às autoridades determinar, por exemplo. Fazer isto é o que se chama de...hmmm..."desastre galáctico litigioso", que tal? E ainda se incorre nos crimes de devassa, que tenho a certeza que um qualquer suspeito não ia perder a oportunidade de alegar sem pensar duas vezes. Eu não perderia, posso garantir. Ah, e prova-se facilmente, também, bastando para isso recorrer ao sentido da visão.

E a este ponto não me posso pronunciar mais sobre aquilo que se encontra em "segredo de justiça", que é uma figura criada em boa hora para não prejudicar o decurso das investigações, pois andar a cantarolar por pura bazófia é também, imaginem só, crime! Obstrução da justiça, para ser mais concreto, e outra vez, isto prova-se, não se diz, e muito menos se anda por aí a cantar. Por esse motivo, alguns dos "posts" deste blogue serão revertidos para rascunho por conterem provas incluídas num processo judicial em curso, e serão republicados logo que seja levantado o segredo de justiça, tal como aconteceu neste outro caso referente a 2014. A propósito, o referido indivíduo esteve indiciado de dois crimes, mas entretanto obteve autorização para se ausentar do território por motivos de saúde (aparentemente legítimos), e não mais regressou. Nada contra, pois fez uso de uma opção que a lei lhe garante. Quando restabelecer a integridade do blogue, prometo ainda contar detalhadamente a história, e tenho a certeza que não o farei de bom gosto, pois detesto levar as coisas às últimas consequências para "sair por cima", que aqui é a única alternativa a "ficar por baixo" - penso que não é preciso dizer qual das duas opções é a preferível. Enfim, as coisas são o que são, e não como queríamos que fossem. A essa falácia de argumentação dá-se o nome de Argumentum ad Jimbonem, ou recorrendo a uma máxima em inglês, "You saying it doesn't make it so". Mais prova e menos chinfrim, é do que a freguesa gosta.


Ozzy: 68 anos


Ozzy Osbourne, também conhecido por "Prince of Darkness", "Godfather of Metal" ou simplesmente "Madman", comemora hoje o seu 68º aniversário - quem diria, ah? Achei interessante assinalar este facto, uma vez que hoje à hora de almoço "deu-me" para ouvir uns temas do Ozzy, e mais tarde reparei que ele fazia anos. Não sou crente nessas coisas do misticismo, mas neste caso abro uma excepção. Ozzy rules!


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

(Mais uma) enorme quantidade de "chorrilhos"


João José Horta Nobre, nome que é sinónimo de "fraude", e da mais incompetente e descarada, também. Este autêntico insulto aos historiadores de verdade voltou a fazer "das suas" no seu blogue, dando-nos agora a honra de anunciar em primeira mão um conceito completamente novo: a "Grande Revolução Nacional no Ocidente"! Eu cá prefiro quando se dá uma "Revolução à Escala Global em Portugal", mas o Ocidente é um país cheio de história...quer dizer, "histéricas", e merece a sua "Revolução Nacional", porque não?!

Este é o mesmo imbecil que aprende palavras novas e depois desata a usá-las fora de contexto e a propósito de tudo e mais alguma coisa. Eis o célebre "grande chorrilho de asneiras" - uma grande quantidade de muita coisa estúpida. Um quantitativo especial, usado apenas para fazer referência à profunda retardação deste "João José Horta Nobre". Mas voltemos à "Grande Revolução Nacional do Ocidente", ora. Vamos, que eu não quero perder o momento em que os revolucionários tomam a principal praça da capital do Ocidente!


Ah com que então é a Merkel, né? Pensas que isto é como uma flatulência silenciosa, que se pode atribuir a outro qualquer que esteja na sala, ah? E cá para mim há por aí mais alguém que perdeu a noção da realidade, e caminha a passos largos para o fim, sem a mínima noção disso - pudera, deixou a noção cair algures no princípio da frase, como é que ia tê-la no fim? Agora vamos à melhor parte:


E eis que chega o momento da tão aguardada "Grande Revolução Nacional do Ocidente", e que pode ser "a repetição de 1789"! Dessa final por acaso não me lembro; quem ganhou? Mas isto conta-se com uma boa dose de "povo à lagardere", uma versão do famoso "Polvo à Lagareiro", só que com "povo" e não polvo, servido com uma grande dose de desrespeito pela inteligência alheia. Mas aquilo que parece mais um "grande chorrilo de asneiras" é até muito fácil de interpretar: o povo francês era humilhado por uma elite que vivia às custas do povo...francês, tão a ver? Era o mesmo, se pensaram que o povo francês se mete na vida daqueles que exploram outros povos. Daí que resolveram colocar um "fim definitivo" a este estado de coisas. Ao contrário daqueles filmes de Jim Abrahams e dos irmãos Zucker, que deixavam sempre um "clip" de brinde para quem tivesse a paciência de ficar sentado na cadeira do cinema alguns minutos depois da palavra "Fim", neste "fim definitivo" não há "encores": é fim, é fim mesmo. Acabou! E a "direita católica"? Chocada com as acções revolucionárias daquela pré-esquerda, culpada pelo ódio que Marx sentia dos seus pais, por não o terem feito nascer 20 anos mais cedo? Depois de mais uma dose dupla de "povo francês", queriam o quê? Que este levasse "florzinhas e caixinhas de chocolates" a Versailles? Era como atirar uma lança em África, pá! Eles já tinham!


Agora a conclusão de mais esta "torta histórica". Pois é, curto de ideias e grosso nos modos és tu, não restem dúvidas, e pode ser que isto te apanhe de surpresa, mas esse "cheiro" estranho que paira no ar é a antecâmara daquilo que vai acontecer quando o VERDADEIRO João José Horta Nobre te vier pedir contas. E olha que o homem vai ficar BASTANTE zangado. Pudera, com a forma com que arrastas o seu nome e reputação pela lama:


Eis o "rigor científico" e a "coerência" com que se deve pautar não um historiador, mas antes um completo palerma.  Ora ele é "Ai este blogue é giro e não sei quê, mas um bocado anti-semita, que horror. Ai porquê, mas porquê odiar judeus? Não há justificação possível, credoooo", ou então...

"Judeus mentirosos...grrrr! O holocausto é mentira....grrrr! Conspiração parva inventada por mim agora mesmo neste instante....duhhh". Olha Paulo Reis, é anti-semitismooooo! Busca, mata! E o mais incrível é como este idiota consegue combinar a sua enorme burrice com uma arrogância que não lhe fica nada atrás:


Ah, com que então "Maria", uh? "Maria Josefina Hortênsia Nobrélia", ou quê? É que nem tentando escrever pior consegue enganar uma criança de 5 anos, haja dó. Olha, gostei foi deste comentário:


Ah! "Goebbels", esse personagem do..."Ocidente". Ou isso, erm. É verdade, antes que venham para aí as "virgens ofendidas" a grasnar que eu "só sei recorrer ao insulto" e outras patranhas, adianto que este caramelo É ANÓNIMO. A não ser que fiquem esclarecidos quanto à identidade de um gajo que não dá a cara, e em vez disso "atira" com um link para o mestrado que o outro tirou. Se esta criatura conseguiu defender uma tese de mestrado com sucesso, das duas uma: ou teve uma síncope cerebral depois disso, ou o ensino em Portugal há muito que bateu no fundo. E o do "Ocidente" também.

Ó Ivan Baptista...


...vai dar banho ao cão. Nem precisavas de "assinar" no fim daquele tratado da trissomia: no segundo ou terceiro parágrafo, e MUITOS erros depois já se sabia que eras tu. ÉS UM DESGOSTO PARA A TUA AVÓ ANA SPITZER, IVAN BAPTISTA! MAU NETO! MUITO MAU NETO!


Drama queen


"Pessoas amigas" dele? Não, não tenho por hábito frequentar as reuniões das SS. Mas quem terá sido que durante uma conversa qualquer me terá dito: "ah tá bem, e tal, mas sabias que a fulano lhe deu uma coisa ruim vai para cinco anos?". Sinceramente não me lembro de ter participado de algum diálogo desta tez. Que mistério...


Ah, ok. Bem, aqueles seminários de auto-ajuda e os livros da mesma estirpe tentam incutir este tipo de lérias, tipo "ama-te a ti mesmo", ou "és o teu melhor amigo". Mas pronto, se quiserem saber com o que contar se resolverem levar a sério os devaneios de marialva do tipo, é isto: se lhe encostarem um dedo, ele vai dizer que o "mataram". Como é que isto se chama, mesmo? Aprendi hoje, e tudo, deixa cá ver...ah! "Desastre galáctico informativo". Gostei dessa. Vou "roubar".


澳门胖家伙恨中国和中国人民











Este artigo foi publicado na rede social Weibo, para mais de 100 milhões de internautas do continente - não era este que queria ser famoso???



quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O que é um "Nazi"?

Como já não acontecia há algum tempo, aqui fica desta feita o artigo desta semana do Hoje Macau - com dedicatória. Bom fim-de-semana!

Sempre que oiço dizer que fulano “é um autêntico nazi”, vem-me à cabeça um episódio da série “sitcom” norte-americana “Seinfeld”, que os fãs mais atentos devem recordar com toda a certeza: “The Soup Nazi”. Este “nazi” era um sopeiro de Nova Iorque que exigia dos seus clientes o cumprimento de uma série de preceitos, e quem não anuísse a esta espécie de ritual ou levantasse a voz para discordar, “ficava sem sopa”. A sopa era aparentemente bastante boa, o que dava ao “Soup Nazi” a confiança necessária para continuar a ser um…bem, um nazi, portanto. Não consta que o indivíduo fosse de linhagem germânica, apesar de ser um imigrante, e dava mais a entender que era originário dos Balcãs, mas a este ponto há que distinguir um partidário do Partido Nazi da Alemanha dos anos 30, ou “Nazi”, de alguém cujos ideais e a interpretação de certos conceitos coincidem, mas que não é nativo dessa confraria – um nazi. Assim, com “n” minúsculo. E há por aí  nazis que são piores qualquer Nazi.
Aqui há algum tempo, um certo tipo de direita que eu designaria por “delirante e confusionista” resolveu pegar neste conceito e tentar “baralhar e voltar a dar”. Para o efeito recorreu àquilo que tanto em política como noutra coisa qualquer é conhecido por “lógica da batata”: Se era o Partido Nacional Socialista, era socialista, e então todos os Socialistas são nazis, e a extrema-direita é afinal extrema-esquerda. Assim mesmo, e digam lá se não é “espectacular”? Pena que se confiou demasiado no estudo de mercado feito em crianças com 3 e menos anos, que pareceram achar a ideia “engraçada”. Há quem até a chamar aos outros “nazis” seja um autêntico nazi!
Anti-semitismo. Santinho. Aqui está outro conceito que alguns nazis gostam de usar para chamar todo o mundo de Nazi. Se formos tentar explicar à esmagadora maioria da população local o que é “anti-semitismo”, ou as causas do Holocausto, e porque é tão importante não esquecer esse lamentável episódio da História, tratar-se-á de um acto  tão producente como explicar a origem das touradas, ou o peso cultural e económico da pesca à baleia na Noruega. Não é que não valha a pena de todo, mas a população de Macau é respeitadora das minorias e estrangeiros q.b. para precisar de treino em como lidar com uma certa minoria, porque isto e aquilo lhes aconteceu em determinado período da História, “guess what: this is China, we know”. Convém também referir o factor “peanuts”, pois a referida minoria estará representada em Macau com um número de indivíduos entre o “zero” e a “meia dúzia de apátridas, ressabiados ou invejosos que decidiram passar para o lado dos grandalhões”.
Daí que se pode – e deve-se, tal como se recomenda – dizer que “fulano ou fulana tal são uns nazis”, sem querer necessariamente incluir aqueles detalhes referidos nos dois parágrafos anteriores. E o que é então um nazi, afinal? Pode-se dizer que é alguém que gosta de fronteiras fechadas e muros erguidos, pois só assim poderá praticar o seu “bullying” de nazi: rodeado unicamente dos seus “amiguinhos” nazis. É também alguém que culpa os mais desamparados, indefesos ou em risco pela sua própria inépcia. Pode ser ainda alguém que se tenha “desviado” para esses caminhos ínvios pelo atalho da religião, ou outra lavagem cerebral qualquer. Em suma, há muitos nazis de todos os tipos, cores, credos e origens, e conseguem ser quase todos muito, mas muito piores que um Nazi. Daqueles que já vêm com suástica e tudo, sabem?

10º ano

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Bairro do Oriente - 9 anos


É com prazer que anuncio o final do nono ano de emissões do Bairro do Oriente. A partir de amanhã o blogue entra na sua emissão "double digits". Obrigado por preferir o Bairro do Oriente, onde há  (literalmente) de tudo para todos os gostos! Salve.






Confirma-se: é mental


Custa-me ter que explicar estas coisas a um cidadão alfabetizado e decano, mas recorrendo aqui à velha máxima da "água mole em pedra dura", aqui vai outra vez. O avariado do Paulo Reis foi neste texto da caverna onde pratica bruxaria acusar-me de uma série de coisas, entre as quais "ggenocídio" - sim, se com um "g" apenas já é o que é, imaginem então com dois! Pois, de maneira que após uma espécie de "bilhar às tabelas" aplicado à responsabilização criminal e mais ataques tresloucados a pessoas de quem não gosta, chego à conclusão que aquela trapalhada até teria um calço para tentar descolar da pocilga, não fosse...



...pela falta de asinhas. Se o Paulo Reis quiser juntar ao seu circo estes dois, que PUBLICARAM estes comentários, fazendo deles PÚBLICOS,  e por isso também MEUS, alegando que os "difamei", e que eles não escreveram aquilo que ali está, força! Em frente, Capitão Malucão! Aquele ali de cima até andou a fazer propaganda daquele "Tratado da Barbárie", partilhando por tudo o que era página do Facebook. Mas isto é 'normal' entre toda esta anormalidade. Este é o mesmo Paulo Reis que...



...tenta convencer meio mundo de uma treta que nem uma criança de 6 anos engolia. Pegando num comentário pessoal muito "livre" (e despropositado) de um jornalista do Público a propósito de uma reportagem feita em 2008 na Mesquita de Lisboa, Paulo Reis alega que "existe um sistema jurídico paralelo" em Portugal, sugerindo de seguida que o "Sheik" Munir "decepou mãos" a quem foi julgado pelo "tribunal da Sharia".


O mesmo Paulo Reis que vê "anti-semitismo" em toda a parte, incluindo o Correio da Manhã! E tudo por causa de uma notícia que menciona o país de origem de uma arma usada num crime de faca e alguidar. Fossem perguntar na redacção do CM se por ali têm algum tipo de "anti-semitismo", eles respondiam: "Esse não temos...mas temos a revista Destak!".


O mesmo Paulo Reis que leva a cabo estes autos-de-fé, e onde aí sim, decorrem actos difamatórios graves - este COBARDE até apagou aquele comentário que podem ver no link, cheinho de nhufinha.



No fundo, o mesmo Paulo Reis que não sabe o que diz, e que depois daquele discurso que se pode descrever de "circense", desbaratou na pobre miúda ao estilo do mais ordinário e reles que há, e tudo porque ela lhe disse na frente o que toda a gente lhe diz nas costas. "Ai eu trabalhei, nha nha nha". "Sou velho, oiçam o meu relho". Vai-te tratar, Paulo Reis!