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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

João José Horta Nobre - a fraude




Como meio de atender aos pedidos de alguns dos MILHARES de leitores do Bairro do Oriente, venho hoje e por este meio atender ao pedido de um deles em particular: João José Horta Nobre, nom de guerre de um paspalho qualquer que tem a mania que é alguém - de que sabe ler, pasme-se. Mas afinal, "quem é João José Horta Nobre?", pergunta que deu nome a uma rubrica neste canal. Então não se vê logo? É este:



...ou "isto". E não está ali tudo? Nome completo, e tese de mestrado em História Contemporânea. Para certas alminhas desorientadas que por aí andam, isto é mais que suficiente para identificar alguém. Esta é a única forma com que o tal João José Horta Nobre se identifica, e portanto, se está ali o nome dele no mestrado, aquela pessoa que está do outro lado do mundo num computador É REALMENTE João José Horta Nobre. Estou a pensar em usar o mesmo truque com a Bíblia, alegando eu ser S. Pedro. Não é que eu queira ficar a conhecer a sua tromba, que se for moldada à medida do que vai naquela cabeça, deve ser medonha de cegar, mas então o que é que me incomoda, aqui? Nada de especial, a não ser...



...isto. Passa-se o seguinte: este energúmeno anda HÁ ANOS a poluir as redes sociais com este esterco literário  a que chama de "blogue", o que leva qualquer pessoa com um encéfalo activo dentro da caixa craniana a questionar: uma pessoa investe aquilo que investe em si, em tempo e dinheiro, para tirar um mestrado, para ir fazer...isto? Esta bosta? Esta tragicomédia sem piada nenhuma é mais grave do que aquilo que aparenta ser! Portanto, um mestre em História Contemporânea, mas que "pipi"! Certamente a pessoal ideal para nos dar umas luzes sobre o que representa, por exemplo, o desaparecimento dessa figura tão pouco consensual que era Fidel Castro. Vamos ver com que perspectiva histórica o "Mestre Nobre" aborda essa temática:




"Este Filho da Puta já Era"; "ainda bem", "todos os comunistas grelhados em fornos e o Mundo seria sem dúvida um lugar mais feliz". Pimba! Ponham já este gajo a dar aulas nas nossas Universidades! Se a ideia deste filtro de fossa séptica era "atacar" os comunistas, julgo que até esses devem ter ficado a pensar: "mas que enormíssimo atrasado mental é este?". Ah, mas querem "História", é? Tomem lá:





Saibam como era a vida dos vossos "bizavós" (sic), que "limpavam-se a uma pedra que fosse macia o suficiente para não abrir feridas no rabo", ou "tomavam banho uma vez por mês no Inverno" - fala por ti, pá! E isto explica muita coisa. Quiçá não será sífilis? E que tal o "activismo" deste "historiador", bem patente nesta entrada:




Certo gerente de certo Hotel descrimina casal alegadamente homossexual, é admoestado pela brincadeira, e aqui este tanso "acha mal". No lugar deste empresário da hotelaria, "desinvestia em Portugal", e "ia montar o Hotel noutro país" - onde supostamente se pudesse descriminar clientela homossexual, talvez o Chade, ou o Iémen, suponho. A culpa de tudo isto é a demasiada interferência do Estado no privado, aquilo que chama de ESTADISMO. Pois. Na frase "Winston Churchill foi um grande ESTADISTA", há que acrescentar-lhe "...o malandro".

Não é só isto que já chega e sobra que me leva a acreditar que este indivíduo é uma enorme fraude. Tudo o que tenho documentado sobre ele nos últimos seria mais que suficiente para que A SER O VERDADEIRO João José Horta Nobre, me viesse calar o bico, bastando para isso identificar-se - algo que, como é mais que óbvio, não é capaz de fazer. Em vez disso faz a "defesa do seu bom nome" através de ameaças de morte dirigidas à minha pessoa, exigindo-me que "apague aquilo que escrevi sobre os NACIONALISTAS. Ena, o "Historiador Nacionalista", que soa assim a algo como o "Ecologista Toureiro". A segunda característica retira todo o encanto que a primeira pudesse levantar.

Ainda não cheguei ao fundo deste assunto porque 1) tem-me faltado tempo, e 2) este tema e este indivíduo metem-me nojo. Prometo, contudo, novidades em breve, uma vez que estou agora em contacto com um dos professores que avaliou a tese de mestrado do verdadeiro João José Horta Nobre. Até breve.







sexta-feira, 27 de maio de 2016

Quem é José João Horta Nobre (parte II)


Bem vindo à segunda parte da série "Quem é José João Horta Nobre", iniciada em finais de Março, e que pode muito bem terminar agora, ter mais uma parte, ou mais cinquenta - material não falta. Eu nem sequer estava muito virado para este lado, uma vez que o meu PC é velhinho e a recolha, corte e colagem do material (leia-se FACTOS) relativos a este tema deixam o CPU um tanto ou quanto "engasgado", só que...


...não resisto a um desafio. Aliás, mais uma vez o "Firehead", nome bloguístico de Hugo Manuel Dias Gaspar, insiste nessa mania de pensar que lá porque diz que as coisas são com ele gostava que fossem, são mesmo. Deve ter a ver com o facto do Hugo Manuel Dias Gaspar ser um fervoroso católico, e por isso crente, e num assomo de fé acredita poder transformar não a água em vinho, mas os textos noutra coisa, que lhe dê mais jeito, enfim, ou isso ou gosta mesmo de tomar toda a gente por lerda de raciocínio. Dou-lhe o benefício da dúvida, e vou pela primeira: julga-se o Frodo das declarações, e lê neles as intenções recorrendo para isso aos seus poderes telepáticos. Vêem como faz mais sentido assim e tudo? Acontece que não só duvidei de que o tal João José Horta Nobre era mestre em História, antes isso, que seria tudo muito mais simples, mas duvidei (e duvido) do João José Horta Nobre, ponto. De tudo, e especialmente da salubridade mental do indivíduo, e aqui sim, pode-se dar o caso de estarmos perante um caso de falsa identidade, ou usurpação da mesma. Ou em alternativa trata-se de facto dessa pessoa, que é tudo aquilo e mais alguma coisa, com a particularidade de lhe ter estalado a caixa de fusíveis algures durante o processo, e ter ficado gágá, chalupa, choné, etc. Quanto ao comentário integral do Hugo Manuel Dias Gaspar, bem como o seu contexto, fica para o post seguinte (promete, garanto), mas primeiro vamos tratar deste inclinado mental de que apenas se sabe que vai pelo nome de João José Horta Nobre nas redes sociais.


Começando pelo transtorno bipolar de que a criatura visivelmente padece. Estes comentários foram todos deixados no mesmo dia, pela ordem que assinalei, sendo 1 correspondente ao primeiro, e 3 ao último (podem gozar se quiserem, mas para esta gente é preciso explicar as coisas assim). Não tenho bem a certeza, mas penso que o período de tempo entre eles terá sido 15 ou 20 minutos - nunca mais de meia-hora. Começa por apresentar a sua tese de mestrado, que é uma coisa normalíssima, e quem tem uma e não a publicou online, anda com ela no bolso para toda a parte. Nome? Confere. Tese de mestrado? Bem, está ali, aparentemente tudo conforme manda a lei, e depois? Quem é, o que faz, qual a sua aparência, e o que mais o dota de credibilidade, e diria mais, impunidade, para disseminar os disparates da forma quase pornográfica que o faz? Depois chama-me "palhaço internacionalista", e mais à frente vão perceber que até me safei menos mal dessa, para de seguida achar que lhe estou a fazer um favor, ou lá o que é, bem, está ali, podem ver com os próprios olhos, e não faço mais leituras do que aquilo que lá está. Só que depois...


...não conseguiu conter a esquizofrenia, e foi por ali fora, com comentários desta tez, entre outros contendo insultos, ameaças de mortes e tudo mais, e todos num espaço de menos de uma hora. Seleccionei estes que achei o máximo, especialmente o último, onde se pode ler que eu "claramnte" escrevo mal, e que devia "aporender". Eu "aporendo" depois, tá bem? É que primeiro queria atestar a psicopatia de V. Exa., se não se importa. E longe de mim sugerir que o tal João José Horta Nobre é o autor de todos aqueles comentários, que é isso. Conhecem a "nação benfiquista"? Esta é a "nação horta-nobrista", que se mobilizou toda ao mesmo tempo para vir tão diplomaticamente expressar o seu desagrado pela referência pouco decorosa que fiz do seu semi-deus. O facto de ter vindo toda no espaço de poucos minutos e usar o mesmo estilo e tom do próprio João José Horta Nobre só mostra que estão bem amestrados, sim senhor. Afinal este tipo, que aparece todos os dias em todos os telejornais, e não há passo que o Governo dê sem o consultar primeiro (vendo bem, isto até seria mais mau que bom para ele, mas deixem lá), e além disso é imortal às vezes, é a pessoa mais tida, respeitada e considerada de Portugal! Mais do que Portugal, da Baixa da Banheira, Alhos Vedros e arredores! Quem sou eu para me meter com alguém que de tão inteligente que é, "dava-me uma sova" - que é o que as pessoas inteligentes fazem, portanto. Sorte a minha que ele "tem mais que fazer". Ai sim? Vamos ver isso, já, já.


Depois daquele agitado 20 de Março, e de ter publicado a primeira parte desta série dez dias depois, não só nunca mais tive notícias do indivíduo, como não fiz qualquer outra referência à sua pessoa. Ao contrário do que este comentário em cima, que deixou no blogue do Hugo Manuel Dias Gaspar sugere, nunca, mas nunca comentei no blogue do estafermo, e se passei lá uma vez foi muito - mas já vou mostrar porquê. Ai "não fez nenhuma referência à minha pessoa"? E isto depois de eu lhe ter implorado tanto? (nota aos débeis: estou a ser sarcástico). Vou já cortar as veias (idem: não, não vou). Mas vamos então ao blogue do João José Horta Nobre, que deve ser um espectáculo, uma vez que o autor é um indivíduo inteligentíssimo, e cujas habilitações precedem...e ficam por ali. Não vem mais nada a seguir. Bute lá.


Então não se vê logo que estamos aqui na presença de um Mestre, e em História, tal é o rigor científico com que aborda os temas, pautando-se por uma isenção exemplar, e tudo embrulhado numa linguagem cuidada, com a formalidade que se exige a quem conta a História, e não a inventa, certo? ERRADO! NÃO, NÃO E NÃO! O que qualquer pessoa NORMAL, SÓBRIA e DE BEM vê ali é mais do mesmo que se vê nos sanatórios da mesma cambada que com o argumento de uma "invasão para ontem" que demora anos a chegar, vai tentando manipular a opinião pública recorrendo à mentira, à deturpação de factos, às interpretações abusivas de notícias reais, declarações e/ou comentários, etc. etc. O "esquerdume de merda", "as putas do Bloco", "o Papa esquerdalho e traidor", os "refugiados-terroristas", está tudo ali, e como seria de esperar, os media "colaboram" com esta intrincada conspiração, que conta com a cumplicidade dos governos todos e não sei que mais, e portanto acreditem em "sites de notícias alternativos" - o dele, portanto. E o do Hugo Manuel Dias Gaspar, e o daquele bichano que suspira pelo sardo de Deus estacionado entre as nádegas, o da Lepra no Grelo, esses todos que tão generosa e descomprometidamente nos informam do que "os media convencionais não querem mostrar". Porque são "esquerdalha", ou lá o que é. Não é porque não aconteceu, atenção, eu é que "me recuso a aceitar a realidade", de que "três em cada dois franceses são muçulmanos". Então se até aquele mestrado com pernas, "defendido perante um júri na Universidade de Coimbra" - facto que nunca se cansam de referir, não se vá alguém "esquecer" - o diz, só pode mesmo ser verdade! Ainda têm dúvidas? Eu não só tenho dúvidas, como faço pouco e kago-lhe em cima - isto numa linguagem que ele entende melhor. A nova "arma" dos bem-intencionados da treta que propagam o ódio e a intolerância (e lá vão eles dizer pela enésima vez que eu sou "de esquerda", que dão a entender ser o extremo oposto de "completamente retardado") é esta: um indivíduo acima de qualquer suspeita na hora de comentar sobre os temas da actualidade, porque "sabe-a toda", com um "mestrado em História contemporânea" para o "provar". Haja gente burra que caia nessa.


Destaquei esta parte do blogue que achei um delírio - como pode haver gente tão arrogante ao ponto de considerar o resto da espécie humana completamente imbecil? Não é tão linear que alguém que deixe um comentário da natureza que ele refere lhe possa vir a trazer problemas, mas o mesmo não se pode dizer de quando o próprio apela várias vezes a que "se ataque o invasor, antes que ele ataque primeiro", referindo-se aos refugiados e outros "alógenos" ("estrangeiros" em burrês, idioma com o qual esta gente comunica zurra). Outro dado novo: o que causa as doenças? Os vírus? Think again: os imigrantes e refugiados. Vê-se que é um adepto do Trompas, este, e enquanto o estrambólico quase-candidato do Partido Republicano à Presidência dos EUA desafia quem ousa chamá-lo de "ignorante" a fazer "um teste de QI", algo improvável, e em todo o caso ele arranjaria uma forma de trocar as voltas caso alguém aceitasse, este diz-se "conhecedor da lei". De facto há ali muita matéria para procedimento criminal, nomeadamente quanto aos crimes referidos no artº 240º do Código Penal, mas teria sempre que ser através de queixa, e esta seria contra...desconhecidos. E é isso que ele é, um "desconhecido". O nome é aquele, o mestrado é real, mas a pessoa...nada. Quem diz maravilhas dele é anónimo (ou suspeito, caso do Hugo Manuel Dias Gaspar), quem afirma "conhecê-lo pessoalmente" é anónimo, enfim, nada, mas nada que me convença de nada a não ser que este indivíduo é um imbecil declarado, um fascizóide de escrivaninha, mais um complexado micro-fálico que espalha negrume com a esperança de algum pobre infeliz ir fazer o trabalho sujo que ele se abstém de fazer, cobarde e invertebrado que é.


E isto, para os que dizem cobras e lagartos e me fazem ameaças (e certamente vão continuar a fazer) sempre sob anonimato (duh...), não é nada, não existe. É muito simples: o sr. vem, identifica-se devidamente e comprova a sua identidade de modo a não restar sombra de dúvida, e eu publico um pedido formal de desculpas. Mas isso não interessa, claro. É tão provável como ele vir dar-me "uma sova", que daria com toda a certeza, uma vez que é "muito inteligente", sim senhor. Há mais do mesmo, há até o suficiente para uns 20 fascículos dedicados a este exemplar do criminalmente insano, mas hoje fico-me por aqui. Chega a ser indigesto, tanto esterco. 

(CONTINUA)


sexta-feira, 25 de março de 2016

Quem é João José Horta Nobre? (parte I)



Nota prévia: este é um artigo cuja extensão e (constante) aparecimento de novos dados não permitem fazer numa só parte. Contudo não queria ir de férias sem deixar aqui um pequeno "aperitivo". Bon apétit.

Quem é João José Horta Nobre? Uma pergunta interessante esta, e quando digo "interessante", falo do ponto de vista da Psicologia Anormal. Este personagem que se desdobra em várias que confirmam o que a primeira diz, ou validam as suas asserções, qual delas a mais delirante, diz-se "Doutorado em História Contemporânea pela Universidade de Coimbra" - será? Não consigo provar que não é, de facto, nem consigo provar sequer que a pessoa de que vou falar a seguir não se chama realmente João José Horta Nobre, ou se este é um aliás, mas de uma coisa tenho a certeza: trata-se de alguém com sérios problemas de socialização. Sem ousar fazer um diagnóstico que só seria da competência de um profissional de saúde da área da Psiquiatria, faço mesmo assim um prognóstico: este indivíduo sofre de esquizofrenia paranóica. Vinde e vide o que descobri:


Três comentários seguidos, todos no mesmo dia em que no "post" Provedor do Leitor de 19 de Março deixo a promessa de vir a abordar este tema - atenção: ABORDAR O TEMA. Nunca prometi quaisquer revelações, até porque para mais não sou profeta nem nada que se pareça. Contudo parece que toquei ali em algum nervo, e além destes comentários que acabei por publicar, outros há que guardei bem guardados, contendo um rol de ameaças que eu chamaria de "imaginativas", e não fossem eles anónimos, a pessoa que os fez ia precisar de ainda mais imaginação para os explicar a quem de direito. Ou podia simplesmente tentar concretizar, mas este tipo de cobarde já estou eu farto de aturar, e sinceramente não dá sequer para sentir pena, quanto mais levar a sério.


Esta é a tese de doutoramento defendida pelo tal João José Horta Nobre, na Universidade de Coimbra. Parece tudo em ordem, sim senhor, e quem sou eu para duvidar? Agora há algo que me deixa intrigado: com este "pedigree", como se explica o comportamento errático da personagem? E porque não dá também a cara - certamente que um doutorado em História Contemporânea não estará no topo dos alvos a abater pela Camorra napolitana. Deixem-me contudo lançar mais uma acha para a fogueira da dúvida:


Muito bem, obrigado pela paciência, e como disse mais acima, isto ainda não é tudo o que tenho a respeito do personagem. O FireHead, aliás bloguístico do Hugo Gaspar, é um dos alvos predilectos deste João José Horta Nobre, e não é preciso sequer ter o ensino básico completo para perceber que é o próprio que manda estes comentários como anónimo, quer no meu blogue, quer no dele, que noutros que mais tarde vou aqui abordar - e que comentários! Curioso como o Hugo Gaspar menciona aqueles dois artigos do Diário de Notícias. Terão sido MESMO publicados no DN?


Eu não acredito que o DN tenha publicado este artigo (ver link) e ainda o outro (idem) que o Hugo refere. Não por terem sido escritos com os pés, e com toda a certeza que alguém com um doutoramento em História Contemporânea nunca faria uma análise tão tendenciosa, minada de preconceito e recorrendo a uma linguagem que na melhor das hipóteses eu consideraria de "familiar". Vão lá e vejam com os próprios olhos, mas mais importante do que isso, vão até à secção dos comentários, e vão ver isto:


E o que tem de especial? Bem, mesmo sem ler os artigos, dá para entender de imediato que os comentários não são sobre o mesmo assunto - é elementar. E antes de ir directo a uma das provas que me faz duvidar das valências deste personagem, vejam mais estes:


Terramotos? Desemprego na região Norte? António José Seguro? Cigarro electrónico? Sem dúvida que fica mesmo bem ali aquela "conversa de merda" sobre o autoclismo, pois o que  deixa esta história a cheirar mesmo mal, é que os comentários são exactamente os mesmo em ambos os artigos! Todos os 98 deles! Podem ir lá verificar por vocês mesmos, e a seguir tentem responder a isto se souberem: quem falsifica uma coisa destas, não é capaz também de "desenrascar" um doutoramento em seja lá o que for? E porque é que NINGUÉM se identifica em defesa do personagem, se se trata apenas de um "doutorado em História", e não de um "menino de ouro" do budismo tibetano? 


...e  o Leocardo prova. E o que pode ele provar? Que "só existe um João José Nobre Horta"? Ora ainda bem, e um só já é mais um do que o recomendável para a saúde. Perante isto e o que mais ainda está para vir, a pessoa em questão podia muito simplesmente dar-se a conhecer e provar para lá de qualquer dúvida que é realmente quem afirma ser, e eu apresentaria humildemente um pedido de desculpas. Mas é claro que isso nunca vai acontecer, portanto...

(CONTINUA)


domingo, 29 de maio de 2016

O "mestre" aprende



Eu farto-me a rir com a lata de certos trissómicos, e é mesmo de incredulidade que me desato a rir. Não que tenham graça, antes pelo contrário - a imbecilidade e o "slapstick" nunca foram os meus subgéneros de comédia predilectos. Assim, na imagem em cima reproduzi parte do artigo da última sexta-feira, Quem é José João Horta Nobre (parte II), na parte em que ironicamente o personagem mostra-se "preocupado" com eventuais problemas com a lei que possam advir no caso de "autorizar comentários que incitem publicamente à prática de crimes". Mencionei ali o artº 240º do Código Penal, que para muito boa gente "não interessa", ou reagem com "'tá bem, e depois?", mas quando precisam de citar a lei quando lhes dá um apertão não rabo, não hesitam por um instante. Isto é, os que têm o mínimo de noções das leis, pois o que não falta são casos em que a ignorância anda de mão dada com a arrogância, e atiram com o que pensam ser "palavras caras" na tentativa (torpe) de causar melindre a quem se dê ao incómodo (ah, "noblesse oblige"...) de expor as palhaçadas com que conspurcam ainda mais o mundo. Um exemplo? A "difamação", figura jurídica criada para proteger as pessoas de bem dos ataques de quem queira causar danos ao seu bom nome e honra - o que neste caso não se trata nem de uma coisa, nem outra. Nem "José João Horta Nobre" é o nome deste cabeça de piça, e mesmo que seja, a "honra" foi a primeira a desatar a dar de frosques assim que os neurónios expiraram - e já nem cheiram, permitam-me que conclua no que toca a esse respeito. Só que hoje, reparem no que encontrei no blogue daquela criatura, na secção de comentários de mais uma dos seus ataques de disenteria mental:


Mas que grande caldo de LOL que temos aqui. Muito bem, sim senhor, o menino parece que anda a aprender umas coisas aqui com este leigo que sou eu, que não ando com uma tese de Mestrado "defendida perante um júri na Universidade de Coimbra" no bolso para acenar cada vez que quero ter tempo de antena, e mesmo assim...mas isso vai ser matéria para a terceira parte do nosso "épico" dedicado a este "é pico". Mas espera lá, não é o Rega-a-Horta-do-rego-com-salsichas-Nobre que me "vetou ao desprezo" e não sei quê? Ah pois, "só pode ser coincidência", ou então "lá está o Leocardo armado em espertalhão, querem ver que só ele é que tem acesso ao Código Penal LOL?". Estão a ver como são tão previsíveis como são imbecis, ó ursídeos? Até davam pena, não fossem uma manada de gado vacuum nojento. Portanto é mesmo isso, ou é "coincidência", ou se calhar...


...foi o "Borvo" que lhe contou. Sim, o "Borvo", outro indivíduo perfeitamente identificado, e que NÃO é uma das facetas do transtorno de múltipla personalidade de que sofre este infeliz. Claro que não, este "Borvo" é o presidente, secretário, tesoureiro, vogal, mulher da limpeza e único membro do Clube de Fãs do José João Horta Nobre, essa dádiva de Deus ao mundo - aqui "mundo" da perspectiva autista deste caso clínico: o mundo dele. Acho mesmo que não fosse por este troca-tintas ter sido dotado com um micro-falo, dava-lhe a volta por trás e enfiava-o na panela, tamanha é a sua  arrogância e abundante o seu pedantismo. Pode-se mesmo dizer que o que lhe sobra destas valências é o que lhe falta em genitália. Mas espera lá, onde é que eu já vi este "Borvo"? O "nome" não me é estranho, deixa cá ver...

 Lá está, é mais um daqueles "personagens" criado pelo mesmo anormalóide (é para "parecerem muitos" e assim "assustarem") para mandar uma das muitas ameaças que chegam todos os dias à caixa de comentários do blogue, e com que as quais me desmancho a rir. "Mas ó Leocardo, tu vê lá isso, se sabes o que estás a fazer". Ah sim, sou um autêntico idiota, um irresponsável e um suicida. E os "nacionalistas" são tão pobrezinhos que mandam TODOS as ameaças DO MESMO COMPUTADOR. Sim, ó espertos-burros, um computador tem uma "identidade", atribuída pelo IP, ou servidor (aqueles anos todos de mIRC sempre valeram a pena, afinal). Já agora, algures aí vocês sabem muito bem onde, devem ter um sistema de senhas, não? Senão como é que podiam mandar estes coloridos piropos homo-eróticos ("amigos" militares, tá bem tá) todos ao mesmo tempo. Mas não pensem que vou fazer seja o que for, o que é isso? Isto diverte-me à brava. Quando me aborrecer, logo se vê. Entretanto fico a aguardar que "emissário" de V. Exa. me venha "pedir satisfações". Há alguém assim idiota a esse ponto? Deve estar mesmo, mesmo quase a acontecer. É como a "invasão islâmica", que vem aí fundar a "Eurábia". Está mesmo quase, quase...há cinco anos, pelo menos. Mais uns cinco e "vão ver, vocês vão ver". Testículos.


Mas pronto, ó fanchono "mestre" em estórias da carochinha, já que ficaste todo contentinho por ter aprendido alguma coisa útil (para variar), toma lá mais esta, não vá aí a tua esquizofrenia lembrar-se de dar horas quando vir a passar um dos "alógenos" que andam a cometer atentados à bomba nessa cabecinha. Um colete de forças para este gajo, e é para ontem. Só não te mando ires levar no sítio porque depois ficas por lá e nunca mais largas aquilo. Foge! 


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

(Mais uma) enorme quantidade de "chorrilhos"


João José Horta Nobre, nome que é sinónimo de "fraude", e da mais incompetente e descarada, também. Este autêntico insulto aos historiadores de verdade voltou a fazer "das suas" no seu blogue, dando-nos agora a honra de anunciar em primeira mão um conceito completamente novo: a "Grande Revolução Nacional no Ocidente"! Eu cá prefiro quando se dá uma "Revolução à Escala Global em Portugal", mas o Ocidente é um país cheio de história...quer dizer, "histéricas", e merece a sua "Revolução Nacional", porque não?!

Este é o mesmo imbecil que aprende palavras novas e depois desata a usá-las fora de contexto e a propósito de tudo e mais alguma coisa. Eis o célebre "grande chorrilho de asneiras" - uma grande quantidade de muita coisa estúpida. Um quantitativo especial, usado apenas para fazer referência à profunda retardação deste "João José Horta Nobre". Mas voltemos à "Grande Revolução Nacional do Ocidente", ora. Vamos, que eu não quero perder o momento em que os revolucionários tomam a principal praça da capital do Ocidente!


Ah com que então é a Merkel, né? Pensas que isto é como uma flatulência silenciosa, que se pode atribuir a outro qualquer que esteja na sala, ah? E cá para mim há por aí mais alguém que perdeu a noção da realidade, e caminha a passos largos para o fim, sem a mínima noção disso - pudera, deixou a noção cair algures no princípio da frase, como é que ia tê-la no fim? Agora vamos à melhor parte:


E eis que chega o momento da tão aguardada "Grande Revolução Nacional do Ocidente", e que pode ser "a repetição de 1789"! Dessa final por acaso não me lembro; quem ganhou? Mas isto conta-se com uma boa dose de "povo à lagardere", uma versão do famoso "Polvo à Lagareiro", só que com "povo" e não polvo, servido com uma grande dose de desrespeito pela inteligência alheia. Mas aquilo que parece mais um "grande chorrilo de asneiras" é até muito fácil de interpretar: o povo francês era humilhado por uma elite que vivia às custas do povo...francês, tão a ver? Era o mesmo, se pensaram que o povo francês se mete na vida daqueles que exploram outros povos. Daí que resolveram colocar um "fim definitivo" a este estado de coisas. Ao contrário daqueles filmes de Jim Abrahams e dos irmãos Zucker, que deixavam sempre um "clip" de brinde para quem tivesse a paciência de ficar sentado na cadeira do cinema alguns minutos depois da palavra "Fim", neste "fim definitivo" não há "encores": é fim, é fim mesmo. Acabou! E a "direita católica"? Chocada com as acções revolucionárias daquela pré-esquerda, culpada pelo ódio que Marx sentia dos seus pais, por não o terem feito nascer 20 anos mais cedo? Depois de mais uma dose dupla de "povo francês", queriam o quê? Que este levasse "florzinhas e caixinhas de chocolates" a Versailles? Era como atirar uma lança em África, pá! Eles já tinham!


Agora a conclusão de mais esta "torta histórica". Pois é, curto de ideias e grosso nos modos és tu, não restem dúvidas, e pode ser que isto te apanhe de surpresa, mas esse "cheiro" estranho que paira no ar é a antecâmara daquilo que vai acontecer quando o VERDADEIRO João José Horta Nobre te vier pedir contas. E olha que o homem vai ficar BASTANTE zangado. Pudera, com a forma com que arrastas o seu nome e reputação pela lama:


Eis o "rigor científico" e a "coerência" com que se deve pautar não um historiador, mas antes um completo palerma.  Ora ele é "Ai este blogue é giro e não sei quê, mas um bocado anti-semita, que horror. Ai porquê, mas porquê odiar judeus? Não há justificação possível, credoooo", ou então...

"Judeus mentirosos...grrrr! O holocausto é mentira....grrrr! Conspiração parva inventada por mim agora mesmo neste instante....duhhh". Olha Paulo Reis, é anti-semitismooooo! Busca, mata! E o mais incrível é como este idiota consegue combinar a sua enorme burrice com uma arrogância que não lhe fica nada atrás:


Ah, com que então "Maria", uh? "Maria Josefina Hortênsia Nobrélia", ou quê? É que nem tentando escrever pior consegue enganar uma criança de 5 anos, haja dó. Olha, gostei foi deste comentário:


Ah! "Goebbels", esse personagem do..."Ocidente". Ou isso, erm. É verdade, antes que venham para aí as "virgens ofendidas" a grasnar que eu "só sei recorrer ao insulto" e outras patranhas, adianto que este caramelo É ANÓNIMO. A não ser que fiquem esclarecidos quanto à identidade de um gajo que não dá a cara, e em vez disso "atira" com um link para o mestrado que o outro tirou. Se esta criatura conseguiu defender uma tese de mestrado com sucesso, das duas uma: ou teve uma síncope cerebral depois disso, ou o ensino em Portugal há muito que bateu no fundo. E o do "Ocidente" também.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

O tiro-liro-liro e o tiro-liro-ló - o encontro na blogosfera


Em relação aos dois "posts" anteriores, o que seria se os dois personagens se encontrassem? Um fartote, com toda a certeza. Mas aconteceu, aleluia! A Afonsina, o ideólogo da imagem de Deus a NÃO ter uma relação homossexual com S. José, ali em cima na imagem a atender ao serviço religioso semanal, e sempre a pensar na mesma coisa (o maroto), trocou impressões (genitais?) com José João Horta Nobre, ali em baixo, a urdir mais uma teoria da conspiração, e a contribuir com mais "fontes credíveis" para o mundo virtual. O quê, estes não são eles??? Ora essa, desmintam-me, minhas primas. É claro que nunca o farão, portanto pqp e toca a comer caladinhos. 


Ora bem, o tal "encontro" destes dois gigantes do merdume ocorreu na toca do primeiro, no blogue Totalitarismo Universal, e a propósito de mais uma mentira sem pés nem cabeça um post, que para variar falava da iminência de um ataque terrorista em Portugal! O que eles anseiam desesperadamente para que isso aconteça, para que possam afirmar com o peito cheio de orgulho: "eu vinha dizendo, eu avisei...". E de facto durante os últimos 5 anos ou mais é só que vêm fazendo todos os santos dias! Isto é mais difícil que adivinhar chuva, pensam o quê? Mas lá estou eu a gozar com coisas sérias, pá. Estando mais que que comprovado que o auto-proclamado Estado, mas para eles garantidamente Islâmico ataca "em países", e Portugal é...UM PAÍS! AH AH AH! "Pode ser o próximo". Ou não. Pode dar-se ainda o caso de ocorrer um sismo com consequências devastadoras. Ai não? Era o que diziam em 1755, e olha o que aconteceu. Se existisse twitter há 260 anos, aposto que o Portugal setecentista em massa ia rir: "Loool terramoto? Ganda troll!", só para depois estes dois cromos (ou os antepassados deles, neste caso) emergirem das cinzas e do mar de cadáveres aos pulinhos de contentes: tínhamos razão! Toma, toma. Mas calma, ó tementes dos tomates do terrorismo, que não precisais de vos esconder debaixo da cama a tremer com uma menininha pré-púbere a quem o tio gordo e peludo toca quando bebe demais - o José João Horta Nobre e a Afonsina da Ordem das Aspirantes ao Mangalho do Senhor têm a solução! Senão vide:


Sinceramente já nem sei se isto é sugestão, "wishful thinking" ou fetiche. Pronto, ok, o país inteiro devia parar, e cancelavam-se todos os eventos, pois existe a possibilidade de aparecer lá um maluco qualquer com uma semi-automática e cometer um massacre hediondo. Pode chover, também. É mais provável que chova, vendo bem. Ora bem, preocupado que um ataque destes seja perpetrado por "3 ou 4 turras", e aqui "turras" é a designação que os mestres em História Contemporânea dão aos "não-brancos", uma coisa deles, técnica portanto, sugere que "toda a gente devia andar armada" - com armas de fogo, note-se, pois "armado em parvo" já ele anda desde que se recorda. Iá, e só assim se podia neutralizar um dos tais "turras" caso este aparecesse num centro comercial. Penso que a parte do "a disparar" é supérflua para este contexto, pois para quê esperar que ele dispare primeiro, podendo limpar-se-lhe logo o sebo? Dixit o próprio num dos seus "posts": "cravar a espada no coração do inimigo, antes que o inimigo o faça a nós". Ah é verdade, para ilustrar esta belíssima piorreia, recorreu ao exemplo de...César. Se é a Júlio que se refere - e é possível que a maioria das pessoas o entenda desse jeito - não foi bem assim que as coisas aconteceram. Mas pronto, o mestre é V. Exa. piolhenta. 

A seguir conta mais uma mentira um episódio a propósito de uma conversa que teve HÁ UM ANO com um segurança do metro, que lhe contou que "viu um muçulmano a tirar fotos no túnel do metro". Este indivíduo, que tinha escrito na testa "não sou turista e sou muçulmano", estava a capturar imagens "dos pormenores técnicos do túnel do metro". Assumindo que o tal segurança não tem super-visão raio-x, o tal muçulmano não-turista não devia estar muito preocupado em que o gajo lhe tivesse quase em cima a observar o que fazia - que outra forma tem ele de garantir que os "pormenores técnicos" foram fotografados? Isto só pode querer dizer uma coisa: vai acontecer um atentado terrorista no metro MUITO BREVEMENTE. Sim, já passou um ano, e o "momento ideal para atacar"  deve acontecer mais cedo do que tarde, portanto o melhor é "mandar um e-mail ao SIS", que "não lhe respondeu". Assumindo que mandou mesmo um email aos serviços secretos (duvido a todo o gás que se tenha identificado, caso fosse verdade, que sinceramente também duvido que seja...), parecia mesmo muito preocupado com a eventualidade do metro ir pelos ares e poderem morrer centenas senão milhares de pessoas, ao ponto de "não se recordar bem se mandou o email para o endereço correcto". Os génios são mesmo assim, distraídos. Este além de não ser génio, é um autêntico burgesso.

Termina com mais um emocionante relato do mesmo segurança, que "apanhou um tipo a ver filmes do Estado Islâmico no computador portátil", na loja onde trabalhava (vá lá, não era o quartel-general de uma perigosa célula terrorista localizada no centro de Lisboa, e que só ele com a sua perícia conseguia detectar). Ainda não é crime ver filmes no computador portátil, mas tratando-se de um indivíduo do Paquistão ou "Bangladeche" (?) - não se sabe ao certo, que a etiqueta de origem havia caído - só pode querer dizer que é um terrorista! Quer dizer, ele também vê filmes do Estado Islâmico, mas não é um terrorista, p'lamordedeus. Diz ele, eu por exemplo gosto mais de filmes de foda, e também não entendo que encanto pode ter um filme "sobre o Estado Islâmico", mas suponho que mesmo nos países onde o grupo ataca, até as vítimas do terroristas são também ela terroristas - "it takes two to tango". De facto um gajo fica a pensar nessa merda cumó caraças, pá, mas não temei, que a Afonsina adoradora de piça divina responde. Ou acrescenta ao rol de disparates, tanto faz, decidam vocês:


Vamos por partes. Pode ser que reconheçam o primeiro parágrafo da resposta da bichona, e de facto não é mais do que a repetição do texto do Horta Nobre. Anos com a tromba amassada no travesseiro enquanto decorrem um pouco mais acima perfurações na anilha têm o seu preço, e a memória já não é o que era. A resposta é genial: se os terroristas forem inteligentes e planearem adequadamente o atentado, podem cometer um grande massacre. Ora essa, e eu a pensar que para isso precisavam de improvisar no próprio dia e andar a contar a toda a gente que iam rebentar com o metro, enquanto exibiam orgulhosamente o material explosivo. O que a gente aprende por aqui. Depois nem consegue disfarçar a inevitável tendência para a bichanice. Vê-se logo que na segunda resposta ele quer dizer que os portugueses velhos "não têm capacidade de erecção". E sim, de facto um revólver de calibre .32 não é nada comparado com uma AK47. Basucas para todos e mais uma pelo rabo acima do gajo, e fica tudo aviado, "prontes". Na última parte desta primeira metade, nota-se como se engasga com uma piça de ocasião, com que se entretinha a fazer um "fellatio" sem muita importância, só mesmo enquanto respondia ao outro palerma. Mas antes dos testículos o sufocarem, deixa-nos pérolas, e com recurso ao sarcasmo: "oh era um estudante de arquitectura oh oh oh". Claro que nunca poderia ser, uma vez que nenhum arquitecto é muçulmano, nem nenhum muçulmano é arquitecto - é o mesmo que se aplica aos terroristas, mas ao contrário, tão a ver? Os edifícios nos países islâmicos foram todos colocados lá pela graça de Alá, não sabiam?


Esta parte é que é do caraças, pá, a sério. Depois de assumir que os SIS "receberam o email" do outro palerma, mas não responderam "porque são muito reservados", os serviços secretos, dá uma série de dicas sobre o que fazer para estar preparado na eventualidade de um ataque terrorista - mas sem paranóias, atenção. Só que vai acontecer mesmo, de certeza, mais tarde ou mais cedo. Mas calma! Esqueçam tudo o que ouviram da Protecção Civil e das autoridades em geral, que a Afonsina diz-vos como agir. Primeiro "tirem as medidas a qualquer indivíduo que pareça suspeito", que traduzido para o bichanês, ele quer mesmo dizer é "se for um moreno espadaúdo com tez de caril, apalpem-no todo", e ajuda se o tipo "estiver bêbado", que é o que ela quer dizer com aquele "agir de forma errática". Mas o melhor vem mesmo a seguir, quando a maluca sugere que "toda a gente adquira uma arma!". Que boa ideia, pois não só assim "têm alguma hipótese perante um terrorista", como ainda podem escolher daqui do Regime Jurídico das Armas e Munições, na página da PGL, nos artigos 86º e seguintes, quantos anos de cana podem apanhar, consoante o tipo de arma ilegal possuem, e em que circunstâncias a usam - se a usam, pois a mera posse da mesma já vos garante umas férias "à sombra" (aposto que a Afonsina ia adorar, e deixar o sabonete cair no banho todos os dias). 

Mas que disparate, porque é que a arma teria que ser ilegal? Se não forem caçadores, nem uma alta patente do Estado ou das FA, podem pedir licença de porte de arma, justificando com "medo dos terroristas". Levavam logo duas, e no mesmo dia (não, provavelmente seriam detidos e interrogados, na melhor das hipóteses). Ah, isto acaba em beleza, com a proposta de um divertido exercício: "o que fariam vocês no lugar de um terrorista que quisesse matar toda a gente à sua volta"? É ainda mais divertido se o fizerem com a vossa arma ilegal, e de preferência carregada! Um serviço de bandeira, que esta afectada mental e o amiguinho oferecem "aos leitores do blogue". Adorei. Gente inteligente, sem dúvida, atenta, informada, preocupada com a segurança dos portugueses. PQP aos dois.


terça-feira, 14 de junho de 2016

Quem é José João Horta Nobre? (parte III)


Esta será a última vez que faço um post dedicado a este assunto com um  título em forma de pergunta. Para bom entendedor meia palavra basta, se bem que vai ser um ver-se-te-avias para que o indivíduo em causa "entenda" alguma coisa. Este personagem que se auto-intitula "mestre em História Contemporânea" não passa da "prima-dona" da esquizofrenia, da diva do estupor. Mestre? Nem de obras, quanto mais, e tenho sérias dúvidas de que tenha completado a quarta classe. Para se almejar a um grau académico, nem que seja um mero bacharelato, é necessário LER, de forma a assimilar conhecimentos e adquirir valências que se recomendem. Este amputado encefálico nunca leu um pacote de ervilhas congeladas. Lá tentar tentou ele, mas parou depois de ler a data de validade, assolado por uma fulminante enxaqueca. Eis o tipo que exige a presença de tradutor quando depara com um sinal de STOP. O que mais me enoja é a forma como este produto de uma fertilização agrícola tenta ser "moi". Oui, oui. Vamos já ver como tenho (mais uma vez) razão. Também, a bater em mortos cerebrais...


Isto que vêem aqui não tem qualquer substância, e por ser dirigido a pessoas mais imbecis que este artolas, não é dirigido a ninguém de todo - se entendem onde quero chegar, uma vez que ele dificilmente lá chega. Agora, repare-se naquela proposta tão alucinante quanto hipócrita: gajo que não lê de todo propõe que leiam o Corão, "e de seguida LEIAM o Código Penal". Não consultem, "leiam", da primeira à última página. Vá lá, façam um esforço para tentar entender aquele enredo tão difuso, e quando acabarem todos os 386 capítulos, façam um resumo. Mas estou a ser preciosista, oh, oh, e além disso sou parcialmente culpado pelo fascínio deste leproso intelectual por mandar os outros irem "ler". Vejam só:


Notem como naquela passagem que retirei da segunda parte desta série, publicada a 27 de Maio, faço referência ao "disclaimer" ridículo que este triste colocou do lado direito no seu blogue, e menciono o artº 240º do Código Penal, e se querem que vos diga, vendo as coisas como as vejo agora, foi como deitar pérolas a porcos - ninguém levará a sério uma frase vinda deste pobre idiota. Ia dizer "coitado" mas um cqof mas é. Agora a parte em que tiro o coelho da cartola:


 Ah! Praticamente no dia seguinte, a 29 de Maio (e "demos-lhe" um dia de "reconhecimento") o tipo  vai logo exibir a "coisa nova" que aprendeu. O utilizador e tal "violou o artº 240º" do C.P.. LOL!  E não pensem que isto é um malabarismo da minha parte, quéisso, man. Vide:



Se fizerem uma consulta naquele monumento à idiotice que é o blogue do gajo com as palavras "Código Penal", vão ver que esta verborreia que escarrapachou lá ontem é a primeira e única vez que menciona esse compêndio. De resto é tudo "lei", e "legislação em vigor", como se soubesse do que fala. Arrisco mesmo a dizer que este pateta desconhecia a existência do Código Penal antes da minha menção. Apostava, mesmo, e sabem porquê?


Por isto! Epá peguem no Corão e leiam a "quantidade da série de coisas que por lá abundam". Bué letras que formam sílabas, que por sua vez formam palavras que juntas dão frases. Man, é uma cena super-mega-hiper. E adivinhem onde é que ele viu esta palavra que foi logo mostrar aos amiguinhos, indiferente ao acréscimo que estava a fazer à sua burrice já por si fulminante? Aqui! Sim, eu uso "chorrilho" de vez em quando, especialmente no sentido depreciativo (ex: não há limite para o chorrilho de disparates que o imbecil do Nobre debita), caso contrário uso "rol", ou outra  qualquer, bah, estão a ver que nem para macaco de imitação este calhordas serve? Agora "chorrilhos" é que me deixa na dúvida. Seria...


..."churrinhos", que aquele obstruído mental queria dizer? Na, no Corão não há churros ou nada que se coma. Nem há nada de especial que faça este bdms trazer para ali o Código Penal LOL. Mas sim, leiam e só precisam de dois minutos para chegar à conclusão que este gajo bebeu o termómetro quando era pequenino, a pensar que eram "tremoços" (é parecido...). À vossa apreciação: 


Pimba! Nem mais: o nº 1 do artº 1º vem logo demonstrar a falácia...espera lá, "falácia" é suposto aplicar-se a um argumento, e aquilo nem tem ponta por onde se pegue. Como é que o Corão podia estar na mente do legislador, e dessa forma integrado no espírito da lei? O Corão, a Bíblia, ou qualquer outro livro sagrado não são compostos por normas jurídicas, e por isso não exigem a mesma convicção íntima ou adesão interna existentes na normas da Moral - um indivíduo deve cumprir a determinação legal mesmo que no seu íntimo não concorde com ela. Nas normas morais o que conta é a convicção íntima do agente, ou seja, ele interioriza se as deve ou não cumprir, e a sociedade está-se a kagar para se este badameco acha bem ou mal, porque não é nada do âmbito do Direito. E se ele me está a "ler" (compreender seria pedir demais), estou a falar para uma parede! Contudo qualquer aluno da cadeira de Introdução ao Direito do Secundário Complementar sabe isto de letra. Mas espreitando aqui de cima do mundo das pessoas para o curral de esterco onde rebola a (falta de) inteligência deste gajo, nem que seja para ver se ele se cala um bocado: 


Pronto, "o povo de Israel é teimoso como uma bezerra selvagem", "a tua rebelião te punirá", "consumirei todos no fogo" (inconfundível, o Exmo. Sr. Deus), "sofrerás as consequências", etc. etc. um CHORRILHO (ah!) de futilidades muuito "actuais", sem dúvida, e que podemos encontrar...tchan tchan tchan...NA BIBLIA! UAUAUAU! Ó depressa, Ministério Público, faz alguma coisa! Acode-nos, ó Homem da Atlântida. E quando toda a gente pensava que era impossível ser-se mais BURRO do que isto...


...hoje repete a dose. E mais uma vez, se é "irreformável" paciência, mas isso de "interditar" soa em aplicar uma norma ou normas jurídicas a algo que é do âmbito da moral. Eu não sei se este aleijado mental pensa que vão ali islâmicos que depois de verem aquilo entram em auto-combustão, sei lá, mas qualquer pessoa normal tira de letra que o gajo é uma cavalgadura das grandes. Eééé...quietinho...não dês coices senão levas com "uma quantidade de chorrilhos"!


E já agora, encontrei no blogue "Porta da Loja" este artigo, onde na secção de comentários dá-se uma interessante diálogo entre o nosso herói este atrasado mental, e uma tal Zazie, que inconsciente da esquizofrenia do fulano...


Vê aquilo que toda a gente vê: a fraude que ele é, que nem plagiar sabe. Pudera, não lê o que coloca no blogue, e tudo o que sai daquela "cabecinha" é do calibre que vimos no início deste post. E perante estas evidências...


O energúmeno saca da "piroca" de 2 cm de comprimento, julgando que é "massiva", e só ninguém ri porque sinceramente o tipo não tem piada mesmo nenhuma. E quanto a isso da tese de mestrado, o Prof. Dr. António Resende de Oliveira manda cumprimentos - mas não é para ti, urso. Depois vais-te borrar todo, e vai ser bonito, vai. Mas adiante que se faz tarde...


A certo ponto, a esquizofrenia fala mais alto, e o palhaço começa a disparatar. Repare-se nas resmas de comentários apagados, que a julgar pelos dois que ficaram deviam ser de uma erudição tremenda. E os lapsos de tempo? Hmm...fazem-me lembrar uns que tenho recebido ultimamente, ontem e antes de ontem, para ser mais específico, mas com uma pequenina diferença: não os publiquei e por isso ele não os pode apagar. Ohh....Vai ser interessante vê-lo a explicar aquilo, mas enfim, sabem o que mais? Eu nem sou grande espingarda, só pareço um génio comparado com este retardado. Sim, há mais! 


Setembro de 2015, blogue A Voz da Girafa, e aqui vemos o papalvo a "entrar a matar", muito ao seu estilo. Há ali um anónimo que o conhece de ginjeira, e garanto que não sou eu, pois nessa data não tinha ainda o (des)prazer de conhecer o indivíduo. E olha quem fala de anonimato! Ah ah ah! Ele chama-se mesmo aquilo, pá, "Nobre", como as salsichas!


"Nobre" do lado da pqp, portanto. E eis que bate o novo recorde da retardação mental! Diz ele que "em Espanha as pessoas tratam-se pelo apelido da mãe"! Ah ahah ahah ahahaha!!!! Idiota! Na norma espanhola o apelido do pai vem antes do apelido da mãe!  Ah ahah ahahaha!!!! Queriam maior prova do que isto? "Mestre", ah? O FireHead diz que "isso nem tem discussão possível", e que "só pode ser verdade, é o que lá está". Iá, "é naquela", tás a ver?


Vejam lá vocês que no tal blogue até lhe dedicaram um artigo e tudo! Bom, eu já postei 3, mas "dedicar" não é bem a palavra que se aplica melhor a esta "quantidade de chorrilhos" LOL. Por acaso o tipo que escreveu aquilo até parece que o conhece desde pequenino, não fosse pelo facto de pensar que ele sabe ler. "Estranhíssimo", parece bem, "ignorância do tamanho da Torre dos Clérigos", óptimo, mas esqueceu-se...


...do enorme FDP que este gajo é. Vejam a forma cobarde e reles com que insulta a memória daquele tipo que faleceu em Outubro. Não conheço a pessoa em causa, e o blogue ali mencionado só ouvi falar, e que se lixe lá a cor política de cada um, mas isto revela o VERME que este CANALHA é. Cuspido em cima pelos residentes do sanatório para tuberculosos mais lotado do planeta ainda era pouco.


E agora para acabar, que eu próprio já estou cansado das macacadas deste biltre sem vergonha. Agora nós, ó seu merdas. O teu tempo de se "esconder atrás de um pseudónimo" está a chegar ao fim. Este monte de esterco cheio de moscas tem passado o tempo todo a enviar-me ameaças anónimas, o que prova que até quando é COBARDE consegue ser estúpido que nem uma porta. Assim como uma pessoa olha para um manuscrito e consegue reconhecer a escrita de outra, também este peculiar e "estranhíssimo" projecto de gente não se consegue desmarcar do estilo boçal de retardado mental que é sua imagem de marca. Epá, esconde-te, seu ranhoso. Tem mas é vergonha. E agora digo eu: não te livras de mim - ou eu, ou tu, e quem vai de vela vais ser tu, limpinho, limpinho. E agora vai lá fazer queixinhas à blogger, ao FB e ao raio que te parta, que até aí já estás referenciado como "aquele doente mental". Miserável.

ACTUALIZAÇÃO: GALERIA "QUANTIDADE DE CHORRILHOS"


A conta de Facebook do animal, com que perscruta as contas das pessoas que nada têm a esconder, qual vicioso pedófilo, insaciável predador sexual. Um marginal, um ser verdadeiramente inqualificável. Putz!


Ignorem a ironia que representa falar de "censura" e de "distopias do Orwell" (ah? quantas eram? uma distopia não é uma sociedade imaginária, só que oposta à "utopia"? deixem para lá...) e depois censurar comentários - mesmo os que não ferem o pêlo deste "chorrilho" de peluche. O "selling point" aqui é eu ter sido "banido de um blogue". Ena! Olha ó Pica-Pau: a tua alma gémea. Vão é acasalar para longe. Ah, e antes disso sejam esterilizados, também. Livra!